Primordiais

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WpMetadataNoticeÚltima publicación dom, jun 21, 2020
"Nos primórdios não havia nada. Nada. Seres vivos ou não vivos. Lugares. Sentimentos. Volições. Percepções. Nada. E do Nada surgiu a Energia Primordial. Então, passou-se a existir alguma coisa." Tiego Bianqi acaba de completar 15 anos, acordou no dia de seu aniversário contente e sorrindo para as paredes, porém, com uma estranha sensação que o incomodava, como um arrepio na espinha. Sua única preocupação do dia era responder às mensagens de seus colegas o desejando um feliz aniversário, e ajudar seus pais a preparar sua pequena festa de comemoração. Contudo, ele ainda não fazia ideia de como o seu dia guardava surpresas inesperadas.
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Em Solurnia, uma cidade densamente povoada, William, um adolescente negro, criativo e sonhador, vive em um quarto caótico que reflete sua personalidade engenhosa. Ele acorda exausto, mas motivado pela Feira de Ciências, onde apresentará um detector de metais que construiu, um projeto que representa sua luta para ser reconhecido, especialmente pelo pai, Vinícius, um executivo distante da PetroVin, que desvaloriza seus esforços. Na manhã do evento, William enfrenta a indiferença do pai, que mal presta atenção ao seu projeto, aumentando sua insegurança. Sua mãe, Karin, oferece apoio emocional, mas não consegue preencher o vazio deixado pela rejeição paterna. Na escola, acompanhado pelo amigo Gael, um garoto bem-humorado, William enfrenta provocações racistas e zombarias de colegas, especialmente de Arthur, um aluno arrogante. Laura, uma colega perspicaz, intervém, diminuindo a tensão, mas a humilhação persiste. Durante a Feira de Ciências, o detector de William falha inicialmente, mas, quando ativado, emite um som estridente e causa um fenômeno estranho: o tempo parece parar, e William vê a figura misteriosa de um homem idoso, que já havia aparecido brevemente no ônibus. Apesar do incidente, o professor Cruz desclassifica o projeto, ridicularizando William. Desolado, ele retorna para casa com Gael, carregando o peso da decepção. Em casa, William ouve Vinícius criticando suas invenções, aprofundando sua dor. Exausto, ele se deita, enquanto o protótipo emite pulsos verdes na escuridão, sugerindo que há algo mais em sua criação. O episódio destaca a luta de William por validação, sua resiliência diante do preconceito e da indiferença, e os primeiros sinais de que seu projeto pode ter um potencial inesperado.

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