A poesia que sai dentro de mim

A poesia que sai dentro de mim

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WpMetadataReadErwachseneninhaltAbgeschlossene Geschichte Di., März 2, 2021
Sobre a mesa os cadernos padecem inertes avultados num mar de folhas rabiscadas de tudo e de quase nada. Os temas são múltiplos e os sentimentos tão imensos que submergem das profundezas do eu até ao nós, são meras palavras que quebram por vezes muitos silêncios na madrugada, deambulando sobre a madeira de uma mesa de desordem gasta pelo tempo. Todas elas são o espelho da minh'alma é a poesia em mim, a poesia em todos nós. Identificar-se-ão em cada verso escrito pelas minhas mãos pensando sempre nos momentos mais marcantes e digo-vos de perto que a caneta não para um só segundo para transcrever no papel todos os detalhes de cada história e de cada memória. A alma voa livremente como um pássaro no céu em linhas soltas das nossas vidas. É como se a tinta se espalhasse nos sonhos do sonhador despertando palavras adormecidas e esquecidas nas nossas mentes que um dia hão-de morrer nos lábios. Talvez um dia sejam ditas, quem sabe! O eu aflora-se na superfície da pele e o desejo de sonhar sobre o papel e a tinta é tão profundo que a vida ganha cor, sente-se a poesia nas veias, nas artérias, nas ramificações mais profundas do corpo e da mente até ao coração, a lágrima escorre. Todos somos um pouco vagabundos nos sonhos basta sonhar. Eu sonho na poesia, esta é o meu oxigénio é o meu tudo que alimenta a célula mãe da minha alma vagabunda. Eu sonho todos os dias mais um pouco se puder ser. Poesia é sermos nós próprios por inteiro! Sonha! "Às vezes ouço o vento passar, e só de ouvir o vento passar vale a pena ter nascido" Fernando Pessoa
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Escrevi cartas quando não havia mais ninguém para ouvir. Escrevi porque doía demais guardar tudo só pra mim. Escrevi para o amor que partiu, para o que não chegou, para o que nunca existiu de verdade... e, acima de tudo, escrevi para o amor que um dia fui capaz de sentir - mesmo quando não havia retorno. O amor que, no fim de tudo, sempre esteve em mim. Entre páginas não lidas e amores não correspondidos, nasce um livro feito de confissões, saudades e silêncios. Cartas de um amor desconhecido: todas as vezes que escrevi para o amor, reúne cartas reais escritas por alguém que amou com toda a alma, mesmo quando o outro já não estava mais lá. Não são cartas para serem respondidas - são desabafos de quem sobreviveu à ausência e transformou a dor em palavra. Se você já amou alguém ao ponto de se perder, talvez se reconheça aqui. E, se ainda não se encontrou, talvez essas cartas possam te guiar de volta porque, às vezes, a gente só precisa escrever para continuar existindo.

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