A poesia que sai dentro de mim

A poesia que sai dentro de mim

  • WpView
    Reads 133
  • WpVote
    Votes 22
  • WpPart
    Parts 13
WpMetadataReadMatureComplete Tue, Mar 2, 2021
Sobre a mesa os cadernos padecem inertes avultados num mar de folhas rabiscadas de tudo e de quase nada. Os temas são múltiplos e os sentimentos tão imensos que submergem das profundezas do eu até ao nós, são meras palavras que quebram por vezes muitos silêncios na madrugada, deambulando sobre a madeira de uma mesa de desordem gasta pelo tempo. Todas elas são o espelho da minh'alma é a poesia em mim, a poesia em todos nós. Identificar-se-ão em cada verso escrito pelas minhas mãos pensando sempre nos momentos mais marcantes e digo-vos de perto que a caneta não para um só segundo para transcrever no papel todos os detalhes de cada história e de cada memória. A alma voa livremente como um pássaro no céu em linhas soltas das nossas vidas. É como se a tinta se espalhasse nos sonhos do sonhador despertando palavras adormecidas e esquecidas nas nossas mentes que um dia hão-de morrer nos lábios. Talvez um dia sejam ditas, quem sabe! O eu aflora-se na superfície da pele e o desejo de sonhar sobre o papel e a tinta é tão profundo que a vida ganha cor, sente-se a poesia nas veias, nas artérias, nas ramificações mais profundas do corpo e da mente até ao coração, a lágrima escorre. Todos somos um pouco vagabundos nos sonhos basta sonhar. Eu sonho na poesia, esta é o meu oxigénio é o meu tudo que alimenta a célula mãe da minha alma vagabunda. Eu sonho todos os dias mais um pouco se puder ser. Poesia é sermos nós próprios por inteiro! Sonha! "Às vezes ouço o vento passar, e só de ouvir o vento passar vale a pena ter nascido" Fernando Pessoa
All Rights Reserved
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • Duas Estações
  • Corações Em Três Tempos
  • Cartas de um amor desconhecido: todas as vezes que escrevi para o amor
  • POESIA 2
  • Morada de  uma  Poeta
  • Poesias Para Pensar
  • Tudo aquilo que eu não disse
  • Alma Vazia, Apenas Poesia
  • ESCREVENDO MOMENTOS
  • Psicopata do Silêncio

"Ontem fui a Bandung Surfar nos versos do mar Comer um caviar Antropofágico da semana de 22. Valsei Nas mascaradas de Vienna Encontrei o meu amor Sob as cores de Ipanema [...]" Só há duas estações nos trópicos: verão e inverno, ensolarado e nublado, seca e chuva, dias longos e dias longuíssimos, calor e calor! Mas será que duas estações são suficientes para definir uma pessoa? E mesmo às vidas temperadas, 4 estações lhe bastam? Nessa paródia às cegas de "Divina Comédia" que mistura uma poesia que envolve prosa e verso predominantemente narrativas, o protagonista se encontra sozinho no Purgatório, sem saber quem é, se já esteve vivo e não se lembrando até das sensações e sentimentos mais universais. 🎴Livro em segunda edição!

More details
WpActionLinkContent Guidelines