Uma vida inteira para se amar

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WpMetadataNoticeÚltima publicación mié, may 13, 2020
Minha vida inteira fui ensinada que para ser feliz bastava encontrar alguém, Que me amasse e construísse o que muitos chamam de "felicidade mútua" ou ate encontrar a tal "Metade da minha Laranja". Porém para mim isso nunca fez muito sentido, já que se pararmos para refletir nascemos sozinhos e morreremos também sozinhos, mas algo que esquecem de ensinar a nós mulheres é sobre amar nós mesmas e como devemos começar a nos amar e por fim, encontrar o amor próprio e isso só encontrei com o tempo... Maria Luiza mais conhecida como Malu, criada por uma família tradicional Italiana, vai em busca do seu próprio reconhecimento, tentando passar por cima de pensamentos ultrapassados sobre casamentos e que mulheres são obrigadas a constituir família, venha se identificar com essa história , rir , sentir raiva e o principal abrir suas mentes presas em caixas que a sociedade impõe!
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Existem alturas na vida em que a coisa fica feia. Descobres que aquele que achavas ser o fundo do poço, afinal não é, porque a porra do fundo do poço fica sempre um bocadinho mais abaixo. Mas sabes que mais? Também tu tens mais força do que aquela que achavas que tinhas. Tens mesmo. Por isso se diz que o frio é sempre do tamanho do cobertor. Aquilo que eu descobri com a viagem interior que comecei (e continuo) é que podemos (e devemos) aproveitar os "fundos do poço da vida" para nos impulsionarmos de volta à superfície. Descobri que somos sempre mais capazes do que o que julgamos ser e que as certezas que (achamos que) temos não têm nada de certo e é precisamente aí, nessa capacidade de procurar mais perguntas do que respostas, que a vida se faz. Descobri que quem não tem pé não pode dar coice, como diz a minha mãe. Isto trocado por miúdos, quer dizer que cada um de nós só dá de si aquilo que tem lá dentro. Dar mais ou menos depende de cada um, não de nós, por mais que gostássemos de poder mudar isso. Aprendi a aceitar que não é possível (além de ser absolutamente desnecessário e uma tremenda canseira) agradar a toda a gente e que aquilo que acham que sabem sobre ti não é problema teu. Quando a vida pega em ti e te deita ao tapete uma e outra vez, tens que lhe mostrar a tua veia de "sempre em pé". Vais cair, sim senhora, esfolar mãos e joelhos mais vezes do que gostarias, mas começas a levar cada vez menos tempo a levantar-te. Vais saber escolher melhor os combates que valem a tua energia. Chama-se resiliência e é a chave para uma existência feliz.

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