Amor á Máfia

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WpMetadataNoticeÚltima publicación vie, may 8, 2020
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Ficción
Romance
Eu podia enxerga-lá, por entre as frestas de madeira. A lua brilhava, fazendo com que sua sombra sobressaísse ao chão batido. Um chão que eu gostaria de estar, não me lembro a última vez que me deitei, não lembro a última vez que comi, talvez ela seja apenas minha alucinação, ou talvez seja o anjo da morte me espreitando, esperando o momento certo de me levar. Quando aquele desgraçado voltar ele provavelmente irá me matar, mas ele sabe que se fizer isso morreria dolorosamente. Para ele eu sou apenas um plano diabólico, sua nova invenção. A dor é minha melhor amiga, é isso que ele fala sempre quando aparece por aqui, tudo que ele me faz sentir, é apenas dor. É ela que me faz lembrar que estou vivo. Ouço um barulho novamente, minha cabeça está caída para o lado, minhas mãos estão dormentes amarradas ao alto. Á minha frente está à sombra que espreitava pelas frestas, seus grandes olhos castanhos assustados. Olho para o chão mais uma vez e só vejo sangue. Quem sabe ela pode me ajudar, mesmo ele dizendo que pedir ajuda é para seres desprezíveis e fracos. -Alís o que você está fazendo aqui? Ele chamou ela. A menininha com o urso em mãos não responde, tudo o que ela faz é olhar dentro do meus olhos hipnotizada. Acho que ela percebeu que eu não tenho mais salvação. Me chamo Benito Cosa Nostra e não preciso da sua redenção. Eu pedi para Deus tirar àquela imagem da minha cabeça, toda vez que chegava á noite eu abraçava Luna e sentia meu pequeno corpo tremer. Minha mãe disse que preciso ser forte, que papai disciplina os meninos para serem grandes guerreiros quando crescerem. Ela disse para ir brincar com á minha irmã mais velha, do outro lado da lagoa, mas todos os dias eu vou espreitar o menino de olhos azuis, que me assombrava todas as noites com a imagem de seu sangue. Me chamo Alessandra Gross e preciso me esconder do menino dos olhos azuis. Livro em breve.
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~ Prólogo 1 Dois anos atrás... Dizem que a partir dos 15 anos, o tempo voa. Que você pisca os olhos e já está com os seus 18 anos. Quando eu fiz 15, eu decidi que ia aproveitar o máximo. Eu sabia que quando chegasse aos meus 18 anos não ia ser como qualquer um adolescente imagina. Eu não ia ser independente, não ia morar sozinha logo de cara, não ia sair todo final de semana, enfim... A questão é que minha mãe sempre foi super protetora e as coisas que eu queria fazer ela não deixava. A única solução era fazer escondido. Eu só fazia coisa errada. Coisa que se minha mãe descobrisse ela ia me enfiar em um internato. Vou para as festas escondida, junto com minha melhor amiga Alexis, bebo, fumo, bom, eu não sou um exemplo de boa filha. Minha mãe acha que eu sou, mas ela não sabe muito bem o que acontece na minha vida. Se ela fosse menos protetora, até poderia saber. Maya: Vira logo isso Alexis! - falei enquanto ela tomava coragem de virar um meio copo de tequila Alexis: Vai se foder! - nós rimos Saímos da festa devia ser umas três da manhã. Eu não estava bêbada, só estava um pouquinho alegre. Eu sabia meu limite. Maya: Vou pegar as tintas lá em casa, to afim de fazer uma arte. Alexis assentiu. Ela não iria, tinha medo de ficar de madrugada sóbria na rua. Eu fui pra casa e entrei lá na ponta dos pés. Se minha mãe me visse no estado que eu estou, nossa, nem quero imaginar... Entrei no meu quarto e peguei minha bolsa que já tinha tudo que eu iria usar. Eu estava terminando quando vi luzes de policia vindo de uma rua. Era só o que me faltava, parar na prisão. Deixei minhas coisas ali mesmo e corri pra algum lugar onde eu poderia me esconder. Entrei em um beco escuro e ali fiquei até as luzes se afastarem. Estremeci quando senti uma mão tapando minha boca. Xxx: Se você gritar, juro que te mato aqui mesmo. Meu coração acelerou quando senti suas mãos passando por de baixo da minha blusa. Isso não está acontecendo! [...]

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