O Que Eu Não Consigo Dizer

O Que Eu Não Consigo Dizer

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WpMetadataNoticePublikasi terakhir Jum, Des 25, 2020
A minha incapacidade é algo merecido, talvez meu ponto fraco. Tudo acaba pela metade, ou melhor, tudo tem o mesmo fim. Vejo que confiei demais, vejo que me abri demais, e novamente me sinto só. Hoje não me inspirei, também fui incapaz disso, hoje eu não chorei, bom, agora estou evoluindo. A minha incapacidade se resume em apagar, em apagar tuas fotos, em apagar você de mim, em apagar o que eu escrevo, e ainda penso em apagar essa parte, estou deitado pensando: "Quanto tempo levará pra minha incapacidade me apagar?" A minha incapacidade me deixa no ponto de partida, livre pra caminhar, porém preso pra começar. A minha incapacidade desaparece quando penso em nós, quando penso no quanto me esforcei, e quando penso no quão me enforquei. Me perdi em alguma linha desse texto, me perdi ao ponto de não saber como terminar, bom, novamente aqui ela insiste em me perturbar.
Seluruh Hak Cipta Dilindungi Undang-Undang
#6
incapacidade
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Existem alturas na vida em que a coisa fica feia. Descobres que aquele que achavas ser o fundo do poço, afinal não é, porque a porra do fundo do poço fica sempre um bocadinho mais abaixo. Mas sabes que mais? Também tu tens mais força do que aquela que achavas que tinhas. Tens mesmo. Por isso se diz que o frio é sempre do tamanho do cobertor. Aquilo que eu descobri com a viagem interior que comecei (e continuo) é que podemos (e devemos) aproveitar os "fundos do poço da vida" para nos impulsionarmos de volta à superfície. Descobri que somos sempre mais capazes do que o que julgamos ser e que as certezas que (achamos que) temos não têm nada de certo e é precisamente aí, nessa capacidade de procurar mais perguntas do que respostas, que a vida se faz. Descobri que quem não tem pé não pode dar coice, como diz a minha mãe. Isto trocado por miúdos, quer dizer que cada um de nós só dá de si aquilo que tem lá dentro. Dar mais ou menos depende de cada um, não de nós, por mais que gostássemos de poder mudar isso. Aprendi a aceitar que não é possível (além de ser absolutamente desnecessário e uma tremenda canseira) agradar a toda a gente e que aquilo que acham que sabem sobre ti não é problema teu. Quando a vida pega em ti e te deita ao tapete uma e outra vez, tens que lhe mostrar a tua veia de "sempre em pé". Vais cair, sim senhora, esfolar mãos e joelhos mais vezes do que gostarias, mas começas a levar cada vez menos tempo a levantar-te. Vais saber escolher melhor os combates que valem a tua energia. Chama-se resiliência e é a chave para uma existência feliz.

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