Icatú, o silêncio da deusa

Icatú, o silêncio da deusa

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WpMetadataNoticeLast published Thu, Jun 18, 2020
"Icatú, o silêncio da deusa". Anos após o Concílio de Ferro, os deuses foram empurrados para as matas escuras, as tribos que apoiaram a Cleresia se inseriram nas Vilanias, o silêncio reinou por anos nas Metrópoles, até o desaparecimento de Icatú, a deusa da beleza. Tupã enviou para o Monte Ibiapaba os desígnios, cada Deus reivindicou seu nascido por idkang, o sangue sagrado nativo, para buscarem a Deusa. Kauan, o Ceifador filho de Anhangá, Raoni, o Caçador filho de Kaapora, Yna, a Guardiã filha de Guaipira e Amara, a Amazon Guerreira, filha de Abaçaí reúnem-se por orientação de Guarani em busca da prisão que a Deusa se encontra. Nessa trajetória se esbarram em um ajudante desconhecido, filho desta terra mas pertencente a outro sangue divino e Kauane, descendente de Xandoré apontada como a Vingadora do Deus da Discórdia... Destino do Ceifador Encontro do Caçador Desígnio da Sabedoria Amazon Seringueira Xingu vive. Sangue da Clerezia
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Após décadas de exploração descontrolada, a Amazônia, antes um dos maiores pulmões do planeta após uma chuva de meteoros foi reduzida a um cenário desolador Os rios secaram, os animais fugiram, e a floresta foi tomada por poeira e cinzas A devastação, no entanto, não passou despercebida pelos antigos seres que habitavam as lendas e o imaginário popular do Brasil Criaturas do folclore, há muito consideradas extintas começaram a ressurgir, despertadas pela destruição. No Pará, as margens de rios quase mortos, o Boto Cor-de-Rosa voltou, mas não mais como o sedutor das histórias. Ele agora é um espírito vingativo, arrastando exploradores para as profundezas. Ao mesmo tempo, o Curupira, protetor das florestas, surge em meio às áreas desmatadas, usando seus pés virados para trás para confundir caçadores e madeireiros, deixando um rastro de destruição para aqueles que ousam desafiar a natureza. No Ceará, o sertão, que já sofria com a seca, foi tomado por uma fúria sobrenatural. A Mula-sem-Cabeça percorre os campos, suas chamas iluminando a noite e queimando tudo que representa a ganância humana. Ao mesmo tempo, o Saci-Pererê, brincalhão e travesso, tornou-se um sabotando de máquinas de extração e confundindo os fazendeiros com redemoinhos e assobios assustadores. Em Minas Gerais, nas cavernas e montanhas, o Boitatá, a serpente de fogo, emerge como guardião das últimas reservas de água e vegetação. Ele queima tudo que ameaça os rios e as nascentes. Nas cidades, o Lobisomem caminha entre os humanos, atacando aqueles que entram na sua fente, espalhando o terror entre os humanos e animais em extinção Esses seres não estão sozinhos. Pessoas comuns, movidas pelo medo , começaram a adorar essas criaturas como deuses da natureza. No entanto, nem todos veem essas criaturas como salvadoras. Grandes corporações e governos mobilizam exércitos para enfrentar os "monstros", iniciando uma guerra entre o mundo moderno e as forças

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