SEM CULPA - DEGUSTAÇÃO

SEM CULPA - DEGUSTAÇÃO

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WpMetadataNoticeLast published Sat, Aug 29, 2020
Sinopse Ana Lara Desde que nasci vivi para corresponder às expectativas dos outros: Meus pais, a igreja, então meu noivo... mas todos me traíram, tudo se desfez, de maneira que me fez questionar todas as verdades absolutas nas quais fui condicionada. Tudo que segui e acreditei a vida inteira. Agora tenho que juntar meus pedaços, me desfazer das amarras e crenças que fui moldada e procurar por algo que sempre fui privada: A liberdade. Ele é sinônimo de liberdade, seus olhos brilhantes, seu sorriso fácil, sua falta de temor diante dos desafios, sua paixão pela profissão... Ele é tudo que eu não sou... Eu quero ser livre como ele... Mas acho que ele quer mais de mim. Diego Minha vida sempre foi dividida entre o amor da minha família, meus bons amigos, minha responsabilidade como médico herdeiro do maior hospital referência do centro-oeste, e claro, pelos esportes radicais. Nada me faz mais vivo que a sensação de liberdade que a adrenalina trás. Após uma temporada fora do Brasil, volto e percebo-me pela primeira vez encantado pelo sorriso mais doce que já vi. Ela é diferente. Ela quer liberdade. E eu quero tudo dela.
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"⁠O destino não tem coincidências." Analu olhava, pela enorme janela de vidro da biblioteca, aquela cena digna de toda repulsa que pudesse existir dentro dela. Do lado de fora, na festa do seu aniversário de dezoito anos, a sua linda e elegante mãe se embolava ao corpo daquele homem que Analu conhecia desde que nascera. Mas não era o seu pai, apesar da semelhança. Todo mundo já havia ido embora sem se despedir dela, ou seja, claramente ela era a pessoa que menos importava naquela noite. Mas alguém olhou para ela. Bernard pedia forças à Deus pra resistir. Mas Deus, a essa hora, deveria estar dormindo ou atendendo pedidos mais importantes que o dele. Ele acariciou o rosto de Analu com a ponta dos dedos, afastou uma mecha de cabelo e a beijou. Sem pressa nenhuma. Anos depois, Analu retornava para Nova York. Era o seu primeiro dia, após o inferno do internato, e ela acreditava, inocentemente, que seus dias seriam mais tranquilos ali. Mas, alguém lá em cima, resolveu brincar com o tempo e com os sentimentos dela e de Bernard. Foi só um beijo! Ela repetia pelos corredores do hospital, na tentativa de conviver civilizadamente com o homem que a fazia se lembrar da pior e da melhor noite da sua vida.

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