Ele nunca se interessou em namorar apenas se divertia às vezes nas suas folgas. Não importava quem fosse, mas ele tinha duas regras: primeiro, que fosse maior de idade e segundo, que não se apaixonasse por ele. E raramente fazia com a mesma pessoa mais que uma vez.
[NÃO ACEITO ADAPTAÇÕES]
Dizer que eu estava aproveitando a vida, seria uma ironia sem tamanho. Eu apenas existia no modo automático.
Desde os onze anos, eu planejei cada passo do meu futuro.
• Faria medicina;
• Encontraria uma boa namorada;
• Me casaria e seria um cirurgião renomado.
A primeira queda foi aos quinze anos, quando percebi que as mulheres não me atraiam em nenhum aspecto.
A segunda foi quando conheci o Mike (meu namorado) em um jantar graças a abelhuda da minha melhor amiga. E meses depois, foi definitivamente a queda de um precipício sem fim.
O meu namoro com o Mike era ótimo, tínhamos muitas coisas em comum, então notoriamente aceitei quando ele me pediu em casamento. Eu só não esperava que essa decisão me jogasse de frente para o completo oposto do meu noivo, que até o momento eu sequer havia ouvido falar da sua existência.
Por que o maior choque não foi descobrir que o Mike tinha um irmão gêmeo, mas sim como o Mile parecia me incendiar e me despir com apenas um olhar.