Boas vindas ao Martírio, uma viagem adentro das piores emoções humanas. Atente-se ao pôr-do-sol das aparências - aqui não fingimos prudência ou moralidade -, quando a noite cai, a encaramos e a enfrentamos sem medo. Quando as luzes se apagam, a verdadeira face da aflição se mostra, sem pudores.
Dos males que lhe rogam,
galhardo é o martírio.
O leva consigo como amuleto e,
quando bem-trabalhado,
torna-se seu deleito, seu delírio,
sua obra pesarosa.
Que exuberante me é o martírio
(se o levo como elogio).
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