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Why Would a Dead Girl Lie?

Why Would a Dead Girl Lie?

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Aug 23, 2020
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Fiction
Mystery
Margarett Linson, uma jovem mulher de 21 anos é encontrada na beira de um lago quase desconhecido de sua cidade depois de estar desaparecida por 6 meses. Sem provas para dizer o contrário, os médicos concluem que a jovem pulou da ponte que atravessava o lago. Porém, isso não convenceu a namorada de Margarett, Lisa Perez. Segundo ela, a mulher não tinha motivos para tal ação. Lisa, então, mergulha em uma obscura busca pela verdade. Com poucas pessoas em quem confiar e o fechamento do caso, ela terá que traçar sozinha os últimos seis meses da vida de sua amada e lutar para mostrar ao mundo que nem tudo é o que parece. Capa feita pela @NaileCardoso 💞
All Rights Reserved
#263
romancepolicial
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"Certa vez, uma estudante perguntou à antropóloga Margaret Mead: "Qual é o primeiro sinal de civilização?" A estudante esperava que ela dissesse um pote de barro, uma pedra de amolar ou talvez uma arma. Margaret Mead pensou por um momento, depois disse: "Um fêmur curado". [...] "Um fêmur curado mostra que alguém cuidou da pessoa ferida." Com a vida se alastrando em todas as direções temos a tendência de esquecer os atos, que ao serem perpetuados, contribuíram para que continuemos aqui. Nos passos de uma criança, na vigilância dos jovens, as precauções na fase adulta... Até chegar na mudança de ritmo dos idosos. O cuidado está em todos os lugares, a ausência dele ou o seu exagero mudam para sempre os rumos dos indivíduos. Nesse recorte de apenas um dia acompanhando o casal Park Chaeyoung e Lalisa Manoban veremos essa sensibilidade em todos os lugares após o período de incertezas em uma cama de hospital ter chegado ao tão aguardado fim. Mas o que fica nelas? Somente a certeza da cura é o necessário para poderem seguir? As cicatrizes das feridas atuais e do passado ainda são presentes em suas vidas e o que elas podem fazer é olhá-las de perto, compreendendo o medo de sua existência.

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