A vida é uma puta barata!

A vida é uma puta barata!

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WpMetadataNoticeOstatnia publikacja pt., wrz 14, 2018
Os contos selecionados para esta coletânea transitam entre o nada e o lugar nenhum viajando por todos os espaços da cidade dentro da cabeça de lunáticos e fracassados que provam a cada linha que equilíbrio e conquistas não são o suficiente para se chegar a felicidade. São viciados, garotas de programa, empresários, secretárias e todo mundo que tem que enfrentar uma rotina que não se resume a fatos, mas esta banalizada em constante crise e falta de controle. A eterna busca por emoção que motiva cada personagem leva direto para um abismo de questionamentos, que começa com a solidão humana, passa por relações sociais deturpadas e termina em violência. Se na superfície a vida esta uma merda, quando se afunda em si mesmo não se consegue encontrar nada que valha a pena. No fim as esperanças não superam as adversidades e a vida continua sendo um fardo que cada um carrega da forma que lhe for melhor conveniente. Para estes personagens não existe final feliz. Todos os contos foram publicados na rede de blogs AntimidiaBlog.
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Os contos românticos, com os quais nos deparamos em leituras desprentensiosas na nossa meninice, antes mesmo de nos graduarmos nas lições sobre relacionamentos, têm tipicamente dois personagens centrais, a vilania incrementando os impasses, um enredo fantástico e um destino que se encerra previamente satisfatório. Vale lembrar que, se possível, há uma boa fada que eleva o patamar de ser uma história encantada, trazendo ao pensamento infantil a beleza do final feliz, antes de se aconchegar em seu travesseiro, fechar os olhos e levar um beijo na têmpora de quem leu o livro colorido. Fora da literalmente protegida por capa, a vida limita -infelizmente- parte da fantasia, substituindo a fada por uma quimera, com suas heterogeneidades e incongruências. Não tão diferente do conto encantado, algumas situações incluem os vilões e, circunstancialmente, podendo ser os próprios protagonistas. Se podemos ser nossos próprios vilões e amargamos diante das nossas amarescentes escolhas, seremos também os culpados de não unirmos o felizes com o para sempre?

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