As 11 cartas do meu pai

As 11 cartas do meu pai

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WpMetadataNoticeLast published Thu, Aug 20, 2020
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Non-Fiction
Essas são as 11 Cartas de Meu Pai. Na verdade não são apenas 11 cartas com simples dizeres de um pai que de qualquer jeito e circunstância sempre amou o seu filho. São muito mais do que isso. São pedaços significativos e fundamentais, contidos em cada texto. Sentimentos que não ganharam voz do sentinte, mas eu os escrevi para que sejassem imortalizados assim como uma estatueta de ouro. Não são apenas palavras distribuídas em textos escritos, mas sentimentos que ganham vida a cada palavra pronuncianda. Essas cartas são uma caixinha mágica em que a cada palavra lida proporciona ao leitor a vivência real e sentimental de cada pedaço que o compõe. Essas cartas não refletem apenas os dizeres ou o sentir de meu pai, mas também de cada leitor que teve contacto com esta obra e que por consequente identificou-se com a mesma. São palavras que normalmente não são ditas, mas sentidas. Guardada no mais íntimo do nosso ser, e que naqueles momentos de completo êxtase sentimental desprendem-se. Por: Luís Vidal
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Escrevi cartas quando não havia mais ninguém para ouvir. Escrevi porque doía demais guardar tudo só pra mim. Escrevi para o amor que partiu, para o que não chegou, para o que nunca existiu de verdade... e, acima de tudo, escrevi para o amor que um dia fui capaz de sentir - mesmo quando não havia retorno. O amor que, no fim de tudo, sempre esteve em mim. Entre páginas não lidas e amores não correspondidos, nasce um livro feito de confissões, saudades e silêncios. Cartas de um amor desconhecido: todas as vezes que escrevi para o amor, reúne cartas reais escritas por alguém que amou com toda a alma, mesmo quando o outro já não estava mais lá. Não são cartas para serem respondidas - são desabafos de quem sobreviveu à ausência e transformou a dor em palavra. Se você já amou alguém ao ponto de se perder, talvez se reconheça aqui. E, se ainda não se encontrou, talvez essas cartas possam te guiar de volta porque, às vezes, a gente só precisa escrever para continuar existindo.

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