segunda chance

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Aug 31, 2020
Morte e vida e se depois de morta(o) você tivesse uma segunda chance de viver - todos me olham como se dissessem "ela tá louca" "que", mas mesmo assim eu continuo - Na minha vida eu sempre fui uma pessoa mesquinha, nunca liguei pros Meus pais, fazia coisas que eu sabia que eram erradas, mais somente na minha morte que eu percebi que na verdade eu nunca vivi, nunca fiz amigos verdadeiros que estavam comigo por motivos que não fosse o dinheiro e o poder da minha família, nunca amei alguém que mão fosse a mim mesma, tive relacionamentos não por amor e sim para minha reputação, eu morri da forma mais dolorosa que existe as pessoas que se diziam meus amigos me prenderam e a pessoa que dizia que me amava me botou fogo, e eu queimei até minha morte, mais obrigada Tonere, shion e karin, graças a minha morte eu tive como ser uma pessoa melhor eu tive uma segunda chance. Uma One-shot curtinha pra vocês.
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Come Over

Eu aprendi a esconder tudo o que sinto, porque sentimentos são fraquezas. Desde criança, fui ensinado a ser imune, a não me apegar. E foi assim que vivi até ela aparecer na minha vida, desafiando todas as minhas regras. Hinata Hyuga era o tipo de pessoa que se entregava demais, que amava com uma intensidade que eu não entendia. E talvez fosse isso que me atraía nela - essa fragilidade que eu jamais poderia permitir a mim mesmo. Mas, ao mesmo tempo, era isso que eu temia. Fomos amigos por tanto tempo, passamos por tantas fases, e ainda assim, eu nunca a deixei entrar de verdade. Não até que fosse tarde demais. A proximidade se transformou em algo impossível de evitar, até que, finalmente, depois de uma semana que parecia ser nossa, eu a destruí. Eu a afastei, porque a minha própria escuridão era mais forte que qualquer coisa que ela pudesse me dar. Agora, um ano depois, ela voltou para a minha vida. Mas não é mais a mesma. A mulher diante de mim é alguém que eu não reconheço - ou talvez seja eu que tenha mudado. Ela se esconde sob uma nova identidade, uma fachada que não consigo mais penetrar. E, ainda assim, uma coisa não mudou: o poder que ela tem sobre mim. O poder que ela sempre teve, mesmo que eu tenha feito tudo para negá-lo. Eu deveria deixá-la ir. Eu deveria respeitar a distância que ela colocou entre nós. Mas algo em mim se recusa a deixar isso para trás. Porque, no final, a verdade é que não sou mais capaz de viver sem ela. E se eu tiver que arrastá-la para o meu inferno pessoal para tê-la de volta, então será isso o que farei.

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