Ouro e Obsidiana
Aos 19 anos, Maya é o oposto do que a elite espera de uma herdeira. Cansada da redoma de vidro construída pelos pais, ela estuda longe e faz questão de pagar suas próprias contas, cultivando uma independência que é seu maior orgulho. Quando as férias chegam, ela retorna para a mansão da família esperando apenas o tédio de jantares formais e o calor do verão.
O que ela não esperava era encontrar a casa ocupada por Arthur e Elena Valli.
Amigos íntimos de seus pais e presenças constantes em sua infância, o casal sempre foi visto por Maya como "tios" distantes e bem-sucedidos. Mas o tempo passou, e os olhares que eles lançam agora não têm nada de fraternos. Arthur, com sua intensidade silenciosa, e Elena, com sua elegância predatória, enxergam em Maya algo que nunca notaram antes: uma mulher vibrante, indomável e perigosamente atraente.
Para os Valli, Maya não é mais uma criança a ser protegida, mas um prêmio a ser conquistado. Acostumados a ter tudo o que o dinheiro e o poder podem comprar, eles decidem que Maya será o novo vértice da sua relação. No entanto, eles subestimaram a força da garota. Maya não se impressiona com os carros de luxo ou com o controle que eles exercem sobre o mundo; ela é teimosa, não aceita ordens e está disposta a bater de frente com a possessividade sombria do casal.
Em um jogo de sedução proibido e alta tensão, Maya terá que decidir se a liberdade que ela tanto ama vale mais do que a entrega a um desejo que promete consumvi-la por inteiro. Eles querem posse; ela quer respeito. Mas, entre quatro paredes, as regras do jogo podem mudar.
O que esperar da trama:
Confronto de Egos: Maya não abaixa a cabeça, o que só instiga ainda mais a natureza possessiva de Arthur e Elena.
Independência Financeira: O conflito constante dela recusar presentes caros e mimos, preferindo o que conquistou com o próprio esforço.
Dinâmica de Trisal: A construção lenta da química entre os três, saindo do "tabu" de sere