No primeiro ano do ensino médio, ele era apenas um garoto estranho para mim. Quieto, misterioso, diferente de todos os outros. Eu até sentia um pouco de medo dele. Mas no segundo ano, algo mudou. Talvez tenha sido o jeito dele de olhar, as conversas inesperadas ou simplesmente o tempo mostrando quem ele realmente era. O que antes era receio se transformou em algo novo, intenso e inesperado: minha primeira paixão.
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