As Subjetividades do Amor

As Subjetividades do Amor

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Sep 27, 2020
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Fiction
Romance
Subjetivo 1. que pertence ao sujeito pensante e a seu íntimo. 2. pertinente a ou característico de um indivíduo; individual, pessoal, particular. Amor 1- Afeição profunda a outrem, a ponto de estabelecer um vínculo afetivo intenso, capaz de doações próprias, até o sacrifício. 2. Dedicação extrema e carinhosa. 3. Sentimento profundo e caloroso de atração que um sexo experimenta pelo outro. 4. Apego. 5. Carinho; ternura. 6. Cuidado; zêlo. Até onde o amor é visto como belo? Até onde você iria pela pessoa que ama? Qual o limite denominado de até onde o amor passa a ser dor? Depois de passar por uma grande desilusão amorosa vinda da própria esposa, Bianca passa a trabalhar incessantemente na tentativa previamente falha de tentar esquecer a mulher que um dia jurou ser a certa para si. Não conseguindo esquecê-la e jurando para si mesma que Rafaella tramava algo contra si, passa a vigiar a esposa de longe no intuito de descobrir o que a mulher queria. Tudo o que desejava de Rafaella era distância, mas seus planos são destroçados quando por acaso ou não, acaba esbarrando com a mulher em um elevador. *História fictícia. Respeito a todos os envolvidos citados na fanfic e meu intuito não é desrespeitar ou causar qualquer incômodo a alguém.
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Se uma não quisesse as duas não teriam brigado, mais ou menos assim diz o ditado popular e os pais frequentantes da Escola Primária Santa Judith, localizada num bairro nobre do Rio de Janeiro. No entanto, essa não está nem perto de ser a opinião de Rafaella Kalliman. Mulher dedicada, mãe de um casal de filhos lindos e mulher de um dos bancários mais renomados da capital carioca, a Presidenta do Conselho de Pais nunca concordaria com qualquer argumento que fosse diferente do que, para ela, era óbvio: Bianca Andrade começou e sustentou toda aquela confusão, tudo porque além de subversiva, impetuosa e irritante era absolutamente sedutora. Talvez sendo o único ponto de concordância com seu desafeto, Bianca concordava com Rafaella em discordar de todos aqueles pais e mães. Para a mãe solteira de um único filho, independe e dona de uma marca de sucesso, uma guerra ou uma briga poderia partir facilmente de um único lado que, nesse caso, era com toda certeza o da conservadora, metódica, gélida e perfeitamente linda Rafaella Kalliman. Não tinha uma única dúvida disso, pois, Bianca tinha em conta desde o primeiro embate qual era o decreto da autoridade máxima do Santa Judith: Que caia o que quer me derrubar antes que tenha a chance de fazê-lo...

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