Bastava que ele me dissesse: "Vamos!" E eu iria. Não sei para onde. Não imagino para onde. Mas iria. Feliz como nunca. Feliz como estou feliz sempre que estou com ele. "Vamos!", diria ele, nos meus sonhos mais utópicos. E eu, simplesmente, iria.
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Nem sempre o óbvio é o nosso destino, nem sempre a história vivida é realmente a nossa, nem sempre a nossa visão de felicidade é realmente a felicidade, nem sempre ter olhos nos faz enxergar