Ó Dionísio, dai-me! Suplico-lhe, rogo-te e lhe peço... dai-me...
Entra em confronto
O pobre mero artesão,
Bêbado, tonto,
Temendo a razão.
Que Apolo o guarde,
Pois o tolo luta com
O coração que arde
No deserto marrom,
Nas ruas da cidade,
Perambula sem medo.
Confrontou a realidade,
Mas ainda é cedo...
Tutti i diritti riservati