Vinvendo um amor

Vinvendo um amor

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WpMetadataNoticeÚltima atualização qui, out 30, 2014
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Ficção
Romance
Eu tinha 11anos quando meus pais faleceram, fiquei Com minha tia Em Londres, mas,nunca esqueci de Álvaro Alcantra, um menino de olhos claros e cabelos escuros, magro e Alto. Fui participar de um pequeno coral Em uma pequena igreja, Com vários concorrentes de lugares diferentes e fui a escolhida a ganhar,muita emoção Naquele momento, nem parecia que havia violões, flautas, e Sim parecia haver flores ao vento. Eu sai correndo como se fosse uma pequena garotinha, liguei para titia e Ela preparou um belo bolo de baunilha para comemorar, o tio tocou uma Linda música clássica, ao som do piano até o anoitecer e fomos nos deitar. Com o passar dos anos, fui cursar música na Suíça, e reencontrei Álvaro Com uma garota chamada Lya, filha de um empresário que traia sua esposa Cruelmente, chegava bêbado e só preocupava Consigo mesmo, e Álvaro com um pesar gigante, prometeu alegria a senhorita Lya casando-se Com Ela. Mas quando mim encontrou casou-se comigo e mim deixou dois filhos de herança .
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Morrer é uma surpresa. Sempre. Nunca se espera. Nem mesmo o paciente terminal acha que vai morrer hoje ou amanhã. Na semana que vem talvez, mas apenas se a semana que vem continuar sendo na semana que vem. Nunca se está pronto. Nunca é a hora. Nunca vamos ter feito tudo o que queríamos ter feito. O fim da vida sempre vem de surpresa, fazendo as viúvas chorarem e entediando as crianças que ainda não entendem o que é um velório (Graças a Deus). Com meu pai não foi diferente. Na verdade, foi mais inesperado. Meu pai se foi com 36 anos, a idade que leva muitos músicos famosos. Jovem. Moço demais. Meu pai não era músico nem famoso, o câncer parece não ter preferência. Ele se foi quando eu ainda era novo, descobri o que era um velório justamente com ele. Eu tinha apenas 16 anos, o suficiente pra sentir saudade pelo resto da vida. Se ele tivesse morrido antes, não existiriam lembranças. Nem dor. Mas também não haveria um pai na minha história. E eu tive um pai. Tive um pai que era duro e divertido. Que me colocava de castigo com uma piadinha pra não me magoar. Que me dava um beijo na testa antes de dormir. Que me obrigou a amar o mesmo time que ele e que explicava as coisas de um jeito melhor que a minha mãe. Sabe? Um pai desses que faz falta. Ele nunca me disse que ia morrer, nem quando já estava deitado cheio de tubos. Meu pai fazia planos para o ano que vem mesmo sabendo que não veria o próximo mês. No ano que vem iríamos pescar, viajar, visitar lugares que nenhum de nós conhecia. O ano que vem seria incrível. Eu vivi esse sonho com ele. Acho, tenho certeza na verdade, que ele pensava que isso daria sorte. Supersticioso. Pensar no futuro era o jeito dele se manter otimista. O desgraçado me fez rir até o final. Ele sabia. Ele não me contou. Ele não me viu chorar a sua perda. E de repente o ano que vem acabou antes de começar.

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