Kain:  O Último Celeste

Kain: O Último Celeste

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WpMetadataNoticeSon yayınlanan Cum, Tem 26, 2024
Oh, um mortal! Como vai criatura vivente? Poderia me dizer por qual motivo está prestes a se afogar nesses versos profundos como o oceano? Não compreende o motivo ainda, entendo. Os humanos tem dessas atitudes inexplicáveis, não é mesmo? Certo. Sente-se meu caro. A justificativa pela qual me surpreende que deseje ler esse relato é um tanto longa. Teve início antes mesmo de você e nossa protagonista nascerem. Seu nome era Kain. Essa se encontrou em uma jornada inesperada ainda durante a adolescência. Teve de descobrir o real significado de sua nomeação presa em uma teia de segredos tecida por Deus e pelo diabo quando o mundo ainda se transformava no que é. Carregando consigo traumas da infância, inseguranças e graves problemas psicológicos Kain foi instigada a questionar a realidade em que vivia e desde então a noção do surreal mudou para os demais olhares humanos. Estou sendo vago, porém algumas verdades são como diamantes. Deve-se lapidar incansavelmente para compreender a beleza da pequena pedra reluzente. Por quê discorro com tamanha plenitude? Porque sou aquele que aqui habita desde os primórdios do tempo. Perto das estrelas mortas sou arcaico e anacrônico, minha criança.
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Quando não se conhece nada além de insegurança e abandono a última coisa que quer é ficar próximo de pessoas. Pelo menos é assim que eu penso. Katherine Bolton, a criatura desprezível. A suposta loba que cheirava a humanidade e não a ser sobrenatural. O ser maligno que nasceu erroneamente e matou a mãe durante o parto. A criança que mereceu ser abusada pelo pai até o dia em que não aguentou e acabou matando-o em um surto. A assassina A filha do demônio Criatura pertencente ao inferno Ser que deu errado A indigna de ser amada Aquela que merece sofrer Me conheciam por vários nomes. Até mesmo tinham aqueles que me conheciam como "aquela que não pode ser citada". Depois de meses passei a ouvir tudo sem chorar Depois de anos passei a não me importar Depois de décadas aprendi a ignorar e lançar olhares malditos E enfim, depois de séculos eu decidi desaparecer Bom é isso que sou: ninguém. Me tornei as histórias que contam aos filhos antes de dormir. Me tornei a história de terror que contam ao redor da fogueira. Me tornei um mito, uma lenda que passa de alcateia em alcateia Lobos não se lembram de meu rosto, apenas dos sentimentos que os proporcionei. Humanos não sabem de minha existência enquanto aldeias veem apenas as marcas que deixei no passado Ninguém se lembra de mim. Ninguém se lembra de meu nome. As pessoas são cruéis e se lembram apenas do medo, da repulsa e da raiva Elas me temem. Eu as odeio. Capa feita pela maravilhosa: @amonimams2121

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