Romeu, Julieta & Eu

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WpMetadataNoticeLast published Thu, Jun 16, 2016
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Fiction
Romance
"_ Você está bem? _ sua voz vibrante me deixou em transe, ali eu soube. _ Precisa ser mais cuidadosa. _ alertou encantadoramente. _ meu coração batia com tanta força, aquilo gritava em meu peito, eu tinha tanta certeza que ficava com medo de que as pessoas ao meu redor pudessem ouvir meus pensamentos." "Que os amores sejam repletos de momentos inesquecíveis, que cada um guarde consigo um pedaço do outro, que a saudade seja um corrosivo benigno que te faça sentir e amar a cada dia mais. Que abraços e beijos tenham um grande significado. Que ela saiba ama-lo em dias difíceis e que ele lembre-se de todos os aniversários. Que o amor seja bom e que sempre tenha um açúcar natural para adocicá-lo. Que as brigas terminem em beijos e os desentendimentos em fortes abraços. Que a cada dia o amor os leve a um lugar mais alto, que sejam acima de tudo amigos, não tão somente amantes, ou enamorados. Para que lutas possam ser partilhadas com lagrimas e soluços de dor, mas que em nenhum momento algum dos dois esteja sozinho. Essa seja a certeza, ser dois, mas ser sempre um." (Stephanie Lima, Abril de 2014).
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~ Prólogo 1 Dois anos atrás... Dizem que a partir dos 15 anos, o tempo voa. Que você pisca os olhos e já está com os seus 18 anos. Quando eu fiz 15, eu decidi que ia aproveitar o máximo. Eu sabia que quando chegasse aos meus 18 anos não ia ser como qualquer um adolescente imagina. Eu não ia ser independente, não ia morar sozinha logo de cara, não ia sair todo final de semana, enfim... A questão é que minha mãe sempre foi super protetora e as coisas que eu queria fazer ela não deixava. A única solução era fazer escondido. Eu só fazia coisa errada. Coisa que se minha mãe descobrisse ela ia me enfiar em um internato. Vou para as festas escondida, junto com minha melhor amiga Alexis, bebo, fumo, bom, eu não sou um exemplo de boa filha. Minha mãe acha que eu sou, mas ela não sabe muito bem o que acontece na minha vida. Se ela fosse menos protetora, até poderia saber. Maya: Vira logo isso Alexis! - falei enquanto ela tomava coragem de virar um meio copo de tequila Alexis: Vai se foder! - nós rimos Saímos da festa devia ser umas três da manhã. Eu não estava bêbada, só estava um pouquinho alegre. Eu sabia meu limite. Maya: Vou pegar as tintas lá em casa, to afim de fazer uma arte. Alexis assentiu. Ela não iria, tinha medo de ficar de madrugada sóbria na rua. Eu fui pra casa e entrei lá na ponta dos pés. Se minha mãe me visse no estado que eu estou, nossa, nem quero imaginar... Entrei no meu quarto e peguei minha bolsa que já tinha tudo que eu iria usar. Eu estava terminando quando vi luzes de policia vindo de uma rua. Era só o que me faltava, parar na prisão. Deixei minhas coisas ali mesmo e corri pra algum lugar onde eu poderia me esconder. Entrei em um beco escuro e ali fiquei até as luzes se afastarem. Estremeci quando senti uma mão tapando minha boca. Xxx: Se você gritar, juro que te mato aqui mesmo. Meu coração acelerou quando senti suas mãos passando por de baixo da minha blusa. Isso não está acontecendo! [...]

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