Era Folclórica

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WpMetadataReadComplete Mon, Nov 23, 2020
Os sons agonizantes ecoavam pelos becos de uma rua escura. - Por favor, alguém me ajude! - suas últimas forças foram liberadas naquela súplica. Um ser de longos cabelos arruivados, semelhante ao fogo, se mantinha sobre o corpo já morte do que restou daquele homem, seus dentes pontiagudos mastigavam a carne humano, o sangue escorriam por sua boca e gotejavam ao chão e sobre seu próprio corpo. Já de pé ele segue para a escuridão, o que lhe diferenciava de um humano era seus pés, os quais se mantinham ao contrário. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Olá, sou S.H. Almeida. Bem, atualmente detenho um projeto chamado "Contando História", onde o mesmo tem o intuito de construir obras como essa, através das enquetes do Instagram. Caso tenha interesse em participar, basta me seguir em: S.H_Oficial *Esse projeto é desenvolvido uma vez ao mês.*
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"Lembro-me bem do dia traumático que vivi. Eu tinha um pouco menos de 8 anos. Como qualquer criança, eu gostava muito de brincar. Sempre em uma rua perto da minha casa, me encontrava com amigos que moravam por perto, onde em frente à essa rua havia um grande terreno baldio." Eu soo frio, enquanto me gesticulo para Luanne, a psicóloga. Paro por um momento, me ajeito no assento em aflição e continuo. "Todos os dias eu brincava naquela rua, e no mesmo horário, perto do escurecer. Em uma Sexta- Feira, na minha despedida aos meus amigos. Um vulto repentino no terreno baldio me chamou atenção. A mata era fechada, naquele horário, conseguia ver apenas alguns feixes de luz do entardecer, as altas árvores projetavam sombras fantasmagóricas. Em seguida uma risada curta e delicada ecoa pela escuridão da mata. Encarando-a por alguns segundos, presencio uma mão pálida e lisa vindo de trás de uma das árvores, como se fosse de um cadáver. Um cantarolar perturbador é vindo dali, com intensidade de baixa a alta. No seu clímax a figura demoníaca começava a aparecer por inteira e de trás da árvore permanecia, me encarando de volta com os seus olhos negros como diamante, porém ofuscados. Eles pareciam ter perdido a cor a bastante tempo. Sua aparência, mesmo jovem, sorria maliciosamente para mim. Existia provocação. Ousava tentar sair dali. Brincava comigo, assim como uma criança brinca com um brinquedo. Seu olhar ansiava em me ver ultrapassar o limite da mata. O olhar fixo aos meus, parecia ignorar qualquer sentimento que senti naquele momento. Em desespero, tento comentar com os meus amigos sobre a menina, até tentei apontar para onde ela estava para eles, porém nenhum conseguiu enxerga-la. A figura continuava a sorrir. Após este, todos os dias foram os mesmos ..... Inclusive o de hoje..... 9°🏅 em categoria "Terror" 14°🏅em categoria "Assombração" 1°🎖️em categoria "Arrepio" © Luiz Felipe V. 2024

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