Aquele dia, Adora havia voltado para a Academia com um galo na testa, o coração inquieto, e muita, muita confusão. Nunca... nunca havia se sentido tão fora de sua área quando enfrentando algum demônio, sem foco, ou sem controle [...].
Catra. Era esse o nome daquele demônio. Apenas agora, passada a adrenalina, foi que Adora processou que a mulher possuía um rabo, orelhas pontudas, unhas afiadas. Era tão... óbvio que ela não era um anjo. Adora quase se sentiu estúpida. Quase. Foi o elemento surpresa, é claro. Ela estava com a guarda baixa.
Quando dormiu, naquela noite, foi para um sono inquieto. Acordava às vezes na madrugada e sentia um incômodo. Isso não acabou, pensava, está longe de acabar.
Sentia que Catra seria a fonte de muitos problemas e estresse para Adora, por um tempo.
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