Eu, Mirna, prometo-lhes contar essa história bizarra da melhor forma possível para que vocês entendam não só o que aconteceu mas também (existe "mas também"? acho que um "porém também" seria melhor) meu ponto de vista como vocês acabaram de ver. Por que, é óbvio dâ, eu, como colunista investigativa criminalista do The Shock Junior (esse nome ridículo, RIDÍCULO, não fui eu que escolhi), jornal da escola com o nome em homenagem à coluna de fofoca do jornal da cidade (NÃO ERA NEM O JORNAL, ERA A COLUNDA DE FOFOCA), não poderia deixá los mal informados.