O Grito da Rainha

O Grito da Rainha

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Era para ser mais uma madrugada com suas ideias à flor da pele, mas eles não iriam a abandonar. Ela sabia: Eles a pertenciam. Ela pertencia a eles. Para todo o sempre. Atenção: esse livro contém algumas reações de pessoas com ansiedade e crise de pânico. Caso tenha gatilho ao ler, é recomendado que não. Imagem de capa retirada do Pinterest, apenas o o que está escrito fora feito por mim no Canva. Todos os créditos ao artista.
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O prefácio de Sol Aruna já seria inebriante suficiente, mas não escapo à mim a mesmo É uma heresia (daquelas que eu não gosto, não das boas) dizer que há uma história principal entre esses contos. O livro atira suas teias buscando acertar inúmeros insetos. Ele dispara para descrever o multiverso da personagem Beatrice, e as faces e rumos que sua vida poderia ter tomado. Enquanto narra em paralelo, o início e o fim de um breve trisal. Fiz esse livro para uma pessoa real, que eu conheci e que me diria, após a leitura " Dorme agora, porque se você continuar metido nessas páginas, sua mente vai explodir, meu bicho de sete cabeças!" Pode-se dizer que eu explodi as sete, uma em cada um desses sete contos, infelizmente não com tantas horas de sono quanto deveria. Tendo um compromisso, talvez, com a realidade, e contando, eventualmente, algumas poucas mentiras. Compreendendo que, ao mostrar a violência, os gatilhos psicológicos, palavras de baixo calão, sexo explícito e drogas ilícitas, esses textos podem cair no estereótipo da apologia velada de realismo. Porém eu não evito correr riscos, e nem poderia. No fim das contas, esse é um livro breve, feito em meses de dor e desejo, meses machucados que ao lerem esses parágrafos vão dizer "Bem vindas, cicatrizes!" Então, sem mais sinopses ou trocadilhos de duplo sentido, fiquem à vontade para descer a tela até o inferno! Afetuosamente, Victor Reis.

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