Solitude de um Adagio

Solitude de um Adagio

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Jan 10, 2021
E ali perto, sentado em um simples banco de madeira acinzentada, estava ele... O harpista... Seus dedos ágeis deslizando como plumas por uma mediana harpa escocesa que ele mantinha entre suas pernas e apoiada no lado direito de seu peito. E diferentemente da primeira vez, o harpista mantinha os seus olhos abertos e fixos não na harpa que tocava com precisão, mas sim em Lu Han, que se sentia cada vez mais consciente de estar ali, parado, sendo observado enquanto também observava. "Você apareceu como o clarão da lua cheia invadindo a melancolia do meu Adagio. A primeira e única pessoa que já chorou ao me ver tocar."
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{NÃO ACEITO ADAPTAÇÕES} Ser um escritor renomado na Tailândia era um verdadeiro sonho se tornando realidade. Minha vida não poderia estar mais perfeita, meu casamento seria em duas semanas com a pessoa mais improvável de todas (Minha melhor amiga), quem poderia imaginar que tantos anos de amizades resultaria nisso? Então quando me deparei com o desafio de escrever um romance de época, minha mente ferveu em ideias, e assim que vi uma matéria sobre uma feira de antiguidades na cidade, decidi ir até lá, buscando inspirações. E quando aquela moça misteriosa me abordou, me oferecendo um medalhão estranho, decidi comprar apenas para ajudá-la. Não faria mal algum um colar velho como aquele, não é? Era isso o que eu pensava e eu nunca estive tão errado. E naquela primeira lua cheia do mês eu senti uma necessidade fora do comum de usá-lo e quando o brilho prateado da lua refletiu nele, tudo ao redor se tornou turvo, me deixando zonzo e quando pisquei os olhos eu estava em meio à árvores enormes e próximo de um pequeno lago. Como eu vim parar aqui? Eu me questionava, sem saber que estava longe da minha cidade, da minha noiva, da minha família, e longe do meu próprio mundo...

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