Doce como Chiclete (LGBTQIA+)

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Jun 17, 2022
Nova York -1983, em meus tempos de perdição, quando era apenas um eloquente rebelde andando trajado à roupas elegantes e assessórios da moda, à espreita que uma pobre alma desgraçada me encontrasse pelas ruas imundas de Paris. E perambulando por elas, imerso em minhas maldições você me convidou para sentar ao lado de sua suntuosa graça e sua paixão devassa. Correndo descalço pelos corredores do apartamento, enquanto eu a esbravejar procurava um novo tom de carmim para pintar teus lábios em meu novo quadro. E agora, embriagado neste mesmo apartamento imundo, onde apenas a sujeira e a desgraça o rodeiam, eu sento só e morro sem o verdadeiro licor dos teus lábios intoxicantes, por que eu que imerso à tua deliciosa travessura, não cogitei que talvez você não corresse de volta para mim, naquela última noite de inverno?
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Estrela Nova nunca foi apenas uma cidade. Para Noah, era o lugar onde ele aprendeu a amar - e também onde escolheu fugir. Dez anos se passaram desde aquela noite em que ele e Gustavo se deitaram sob o céu estrelado e o tempo congelou entre um toque, um beijo e o silêncio cruel que veio depois. Agora, Noah está de volta. Mais velho. Mais cansado. Chamado pela fragilidade do avô doente e por um passado que insiste em sangrar. Ele jurava que tinha deixado tudo para trás - mas como enterrar sentimentos que nunca foram ditos em voz alta? Gustavo seguiu em frente. Pelo menos é o que todos pensam. Permaneceu em Estrela Nova, construiu uma rotina, moldou-se às expectativas. Mas a verdade é que ele também carrega aquele beijo como uma ferida que nunca fechou, um desejo que se transformou em culpa e medo. Quando o reencontro inevitável acontece, ambos tentam se proteger com palavras frias e sorrisos vazios. Mas a cidade ainda guarda cada memória, cada lugar em que foram quase algo. Cada estrela que testemunhou o que não ousaram viver. Entre silêncios que gritam, olhares que desviam e a constante sensação de "e se....? ", Noah e Gustavo precisam decidir se vão continuar sobrevivendo aos próprios fantasmas - ou se finalmente terão coragem de se perder um no outro.

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