A Escolhida (DEGUSTAÇÃO)

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WpMetadataNoticeÚltima atualização ter, mar 16, 2021
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Ficção
Fantasia
Há milênios uma guerra entre a luz e a escuridão se deu início pelo desaparecimento de um artefato valioso. E mesmo depois de tanta luta, ódio e rancor, o amor voltou a florescer. Numa noite, onde a escuridão dominava toda a extensão do céus e o peito de quem só possuía mágoa, um flash de luz se fez presente para nos lembrar que somos mais do que apenas um lado da moeda. A luz e a escuridão, o sol e a lua voltaram a se encontrar num eclipse onde o amor os encurralou para nos lembrar da paixão de duas esferas totalmente divergentes uma da outra mas igualmente apaixonadas. O sol é quem te conforta, te aquece, e sua simples e perfeita presença te faz sentir como se você fosse o bastante para o sistema solar funcionar. A lua, no entanto, é quem te faz querer desafiar a gravidade, te faz duvidar se tudo o que você vê, é realmente tudo o que existe. Ambos com suas particularidades e mesmo assim com sua capacidade de amar intensamente.
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deusadalua
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"Sob a luz clara do anoitecer, quando o sol voltar a morrer e noite assim renascer, os limites do coração e da alma serão definidos pelo poder." No crepúsculo obscuro do outono, o céu fora tingido com as cores das velhas heranças e das lendas passadas, tecido pelas mãos do destino e enfeitado por um empobrecido vislumbre de esperança. Eras escritas por aqueles um dia coroados pelo poder, outrora ditadas pela glória e por um desejo a se conceder, desfazendo-se no sangue das almas perdidas e no suspiro mortal de memórias jamais esquecidas. De acordo lendas e até mesmo feridas, jaz a ordem renascida em meio ao alvorecer amaldiçoado, marcada pela queda divina e o espírito atormentado nas sombras da magia e no orgulho envenenado. Não se pode escapar do passado sabendo que um dia ele já foi o presente, tendo deixado cicatrizes que o sol nunca irá curar, e os rastros da essência daquilo que poderíamos nos tornar. Luz e escuridão; Quando essas são as únicas forças a emergir da própria alma, seria presunção acreditar em esperança? Ou talvez esse fosse o refúgio do desespero?

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