DESAPEGADA

DESAPEGADA

  • WpView
    Leituras 30
  • WpVote
    Votos 5
  • WpPart
    Capítulos 4
WpMetadataReadEm andamento
WpMetadataNoticeÚltima atualização sáb, mar 20, 2021
Sou Victoria Makenzi, guitarrista de uma banda. Antes que me perguntem,eu tenho 19 anos,meus pais morreram no ano passado, justamente quando estava depressiva após um término de 5 anos... E sim,ganho minha vida tocando guitarra com os meninos,eles me tratam como a bebê deles,e são bem mais velhos do que eu!
Todos os Direitos Reservados
#471
bisexual
WpChevronRight
Junte-se a maior comunidade de histórias do mundoTenha recomendações personalizadas, guarde as suas histórias favoritas na sua biblioteca e comente e vote para expandir a sua comunidade.
Illustration

Talvez você também goste

  • Diário de uma Suicida
  • Senhoras e Senhores... Rose Jones.
  • Um PM em minha vida
  • Bloody Knuckles
  • A Prisioneira
  • Uma Noite
  • Querido Diário | volume 1
  • Imagine com Jake Pitts
  • Terror - Série Bravos [L1]

[Esse livro contém temas sensíveis. Verifique os gatilhos antes de seguir com a leitura]. Sempre que revisito minha própria história, sinto como se estivesse tocando em cicatrizes que nunca fecharam. Algumas lembranças brilham, mas a maioria pesa. Eu oscilo entre o arrependimento e alívio. Sou feita de contradições. Ao mesmo tempo me culpo, me perdôo, me perco de novo. Antes de tudo acabar, eu revisitei cada detalhe da minha vida. Os momentos bons, os ruins e os que nunca consegui explicar. Há decisões que a gente toma mesmo sabendo que vão nos destruir... Eu tomei a minha. Meu nome é Angeline Julliet Lewis Montgomery. Nunca fui a protagonista de nada. Sempre fui a sombra nos corredores, a amiga de fulano e de sicrano. A garota da aula de biologia ou da peça de teatro.... Angie. Você talvez já tenha ouvido meu nome... não pelos motivos certos. Dizem que fui a garota que se apagou aos dezoito anos, mas a verdade é mais complexa do que qualquer boato que essa cidade vai sussurrar por aí. Minha família e meus amigos... eles são a parte que ainda aperta meu peito. Queria poupá-los. Queria que soubessem que não foi falta de amor. Queria que mamãe entendesse que ela foi a melhor que pôde pra mim. Que mesmo meus amigos tendo ido embora, eu não os culpo. É por isso que deixei as Cartas. Para que, de alguma forma, encontrem as respostas que eu nunca consegui dizer em voz alta. E se você, leitor, está lendo este Diário, então está prestes a descobrir o que ninguém viu (nem ouviu) enquanto eu ainda estava aqui. Talvez o que acontecer depois dependa de você.

Mais detalhes
WpActionLinkDiretrizes de Conteúdo