MEU CUNHADO 2

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WpMetadataNoticeLast published Tue, Apr 13, 2021
Pov. Malu Se fosse pra resumir a minha história, do início ao fim, eu diria que tive que abrir mão de muita coisa. Como todos, tive que abrir mão do que me fazia mal, e até mesmo bem, por algo melhor e maior. A felicidade e a harmonia. Eu tive que abrir mão dos meus amores, das minhas desavenças familiares, meus dramas, minhas depressões, de uma parte de mim. Tudo que um dia me magoou, eu deixei pra trás. Deixei tudo pra trás e viajei. E foi a melhor coisa que eu fiz. Tudo pareceu ter desaparecido quando desembarquei na Inglaterra, em um intercâmbio a trabalho que duraria um ano. Estudei, conheci pessoas novas, espaireci e consegui uma grande alavancada na minha carreira. Quem diria que eu trabalharia lidando com pessoas? Ainda mais na área de Turismo? Mas foi isso que fiz. Com uma boa grana voltei pro Brasil e me instalei em uma cidade a milhas de distância da casa de meus pais, deixei a pequena cidade no Rio de Janeiro e fui para Porto Alegre. Deixei pra trás as brigas, uma parte de mim, absolutamente tudo. Fiz minha faculdade e estou com uma boa estabilidade financeira. Tento não me lembrar do passado catastrófico e doloroso. Passado esse onde deixei muita coisa pra trás. Um amor adolescente e uma irmã grávida. Mais do que isso, deixei um coração destroçado para trás. Coisas que eu preferia não pensar e fazia de tudo pra deixar lá atrás. O telefone da minha mesa de escritório, sala com qual eu dividia com mais duas garotas, tocou tirando-me dos meus devaneios e conclusões. Geralmente atendíamos telefonemas de pessoas querendo agendar passeios e viagens. Já que essa Agência de Turismo em que eu trabalhava era bem requisitada.
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~ Prólogo 1 Dois anos atrás... Dizem que a partir dos 15 anos, o tempo voa. Que você pisca os olhos e já está com os seus 18 anos. Quando eu fiz 15, eu decidi que ia aproveitar o máximo. Eu sabia que quando chegasse aos meus 18 anos não ia ser como qualquer um adolescente imagina. Eu não ia ser independente, não ia morar sozinha logo de cara, não ia sair todo final de semana, enfim... A questão é que minha mãe sempre foi super protetora e as coisas que eu queria fazer ela não deixava. A única solução era fazer escondido. Eu só fazia coisa errada. Coisa que se minha mãe descobrisse ela ia me enfiar em um internato. Vou para as festas escondida, junto com minha melhor amiga Alexis, bebo, fumo, bom, eu não sou um exemplo de boa filha. Minha mãe acha que eu sou, mas ela não sabe muito bem o que acontece na minha vida. Se ela fosse menos protetora, até poderia saber. Maya: Vira logo isso Alexis! - falei enquanto ela tomava coragem de virar um meio copo de tequila Alexis: Vai se foder! - nós rimos Saímos da festa devia ser umas três da manhã. Eu não estava bêbada, só estava um pouquinho alegre. Eu sabia meu limite. Maya: Vou pegar as tintas lá em casa, to afim de fazer uma arte. Alexis assentiu. Ela não iria, tinha medo de ficar de madrugada sóbria na rua. Eu fui pra casa e entrei lá na ponta dos pés. Se minha mãe me visse no estado que eu estou, nossa, nem quero imaginar... Entrei no meu quarto e peguei minha bolsa que já tinha tudo que eu iria usar. Eu estava terminando quando vi luzes de policia vindo de uma rua. Era só o que me faltava, parar na prisão. Deixei minhas coisas ali mesmo e corri pra algum lugar onde eu poderia me esconder. Entrei em um beco escuro e ali fiquei até as luzes se afastarem. Estremeci quando senti uma mão tapando minha boca. Xxx: Se você gritar, juro que te mato aqui mesmo. Meu coração acelerou quando senti suas mãos passando por de baixo da minha blusa. Isso não está acontecendo! [...]

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