Quebra-Pedra

Quebra-Pedra

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WpMetadataNoticeÚltima atualização qui, abr 22, 2021
Seu pacato avô é um herói, uma lenda no pequeno povoado de Amendoeiras, sertão de Pernambuco, e sabendo disso, o pequeno Jubel acredita que ser um menino corajoso, valente, e brigão deixará o velho avô vaqueiro orgulhoso. Depois de uma infância muito arteira e de muita confusão, o agora jovem Jubel; brigão, cabra macho e muito orgulhoso, passa pela maior vergonha de sua vida quando, em meio a uma confusão, é empurrado por uma menina e cai no chão, na frente de todo o povoado. Diante de tamanha humilhação e acreditando ter manchado a história de seu avô, Jubel decide ir embora de casa. Alguns anos depois, Jubel, já adulto, famoso, e agora conhecido como Quebra-Pedra, se torna um dos maiores brigadores do nordeste, e é convidado para lutar em um grande torneio em São Paulo, mas sua verdadeira luta na capital paulista será encontrar sua mãe e livrá-la do julgo de seu perveso e violento pai, que o abandonara, ainda bebê, no sertão.
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Após décadas de exploração descontrolada, a Amazônia, antes um dos maiores pulmões do planeta após uma chuva de meteoros foi reduzida a um cenário desolador Os rios secaram, os animais fugiram, e a floresta foi tomada por poeira e cinzas A devastação, no entanto, não passou despercebida pelos antigos seres que habitavam as lendas e o imaginário popular do Brasil Criaturas do folclore, há muito consideradas extintas começaram a ressurgir, despertadas pela destruição. No Pará, as margens de rios quase mortos, o Boto Cor-de-Rosa voltou, mas não mais como o sedutor das histórias. Ele agora é um espírito vingativo, arrastando exploradores para as profundezas. Ao mesmo tempo, o Curupira, protetor das florestas, surge em meio às áreas desmatadas, usando seus pés virados para trás para confundir caçadores e madeireiros, deixando um rastro de destruição para aqueles que ousam desafiar a natureza. No Ceará, o sertão, que já sofria com a seca, foi tomado por uma fúria sobrenatural. A Mula-sem-Cabeça percorre os campos, suas chamas iluminando a noite e queimando tudo que representa a ganância humana. Ao mesmo tempo, o Saci-Pererê, brincalhão e travesso, tornou-se um sabotando de máquinas de extração e confundindo os fazendeiros com redemoinhos e assobios assustadores. Em Minas Gerais, nas cavernas e montanhas, o Boitatá, a serpente de fogo, emerge como guardião das últimas reservas de água e vegetação. Ele queima tudo que ameaça os rios e as nascentes. Nas cidades, o Lobisomem caminha entre os humanos, atacando aqueles que entram na sua fente, espalhando o terror entre os humanos e animais em extinção Esses seres não estão sozinhos. Pessoas comuns, movidas pelo medo , começaram a adorar essas criaturas como deuses da natureza. No entanto, nem todos veem essas criaturas como salvadoras. Grandes corporações e governos mobilizam exércitos para enfrentar os "monstros", iniciando uma guerra entre o mundo moderno e as forças

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