đRio de janeiro, Rocinha +18
Eu nĂŁo sonhei em ser dono de morro, sĂł fui vivendo, Quando vi, jĂĄ tava com fuzil no ombro, nome na boca da polĂcia e respeito na quebrada, Aqui, quem anda devagar vira alvo, quem ama demais vira fraqueza... mas mesmo no meio da guerra, o coração bate.
Agora tem cria vindo aĂ, sangue do meu sangue, E eu tĂŽ no corre entre manter o morro de pĂ© e nĂŁo deixar o mundo engolir quem eu amo, JĂĄ perdi parceiro, jĂĄ enterrei sentimento, mas nunca deixei de ser eu.
Essa nĂŁo Ă© histĂłria de herĂłi, Ă minha vida, Ă favela, Ă amor, tiro, saudade e silĂȘncio.
E se for pra morrer, que seja com a alma em pé.
PlĂĄgio Ă© crime
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Iniciada: 20 de Agosto de 2021
Finalizada: 13 de Junho de 2022
Reescrita: 25 de Fevereiro de 2025Alle rechten voorbehouden