A MAGIA DO DESERTO

A MAGIA DO DESERTO

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WpMetadataReadComplete Sat, May 1, 2021
Antes que as guerras de fato acontecessem entre os reinos de Étrya e Gaárdyn, muitos assassinatos covardes ocorreram entre os dois povos. Entretanto, não há como negar que os ataques foram iniciados pelos greyndens de Gaárdyn. Dentre ataques a mão armada, os quais geraram inúmeros combates que quase sempre terminavam em morte, nem sempre o aço das espadas ou ponteiras das lanças eram utilizados por seus agressores. Pois muitos pereceram por meio de arma leve, sutil e silenciosa, porém letal. Os envenenamentos sempre foram considerados métodos covardes, no entanto, em sua maioria os greyndens não tinham honra ou escrúpulos para que isso os impedissem. E utilizando esses métodos sujos, um grupo havia invadido as terras de Étrya e lá macularam as águas do poço em uma de suas vilas. Com isso, a vida daquele povo estaria em risco, a não ser que possuíssem um antídoto. Ao descobrirem sobre o atentado, aqueles que não beberam da água maculada, deixaram seus familiares em busca de quem pudesse produzir uma cura. O jovem elfo Dallin era um deles, pois seus pais foram umas das vítimas. Agora, Dallin teria de deixar suas terras em busca de um feiticeiro que criasse o antídoto para aquele mal. Uma longa jornada se iniciaria. Será que Dallin estará disposto a confrontar a morte para salvar seus familiares?
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Tudo o que Aemond conseguia se lembrar era da batalha no Olho de Deus. O choque das espadas, o rugido dos dragões, o ódio ardendo em seu peito enquanto enfrentava seu tio. Então, a lâmina fria da Dark Sister perfurou seu único olho bom. A dor foi lancinante, e, em um instante, tudo se tornou escuridão. Mas, ao que parecia, os deuses valirianos tiveram misericórdia dele. Deram-lhe outra chance. Aemond renasceu no ano 126 d.C., em uma pequena vila chamada Tabueira, localizada em Dorne. Um lugar distante de tudo o que conhecia, tão quente e árido quanto impiedoso. Mas havia algo ainda mais estranho. Algo que ele não conseguia acreditar. Por que sua mãe agora era Addam Velaryon? Mais do que isso, Addam era um ômega. E, nessa nova vida, ele não era apenas seu pai. Ele também era sua mãe. Aemond não renasceu cercado por corte, reis e ambições. Não havia um trono para lutar, uma guerra a ser vencida, um legado para carregar. Sua família era pequena, mas era tudo o que ele precisava: Addam. Um único laço, forte e inquebrável. Pela primeira vez, ele não era tratado como um erro ou um fardo. Ele não era um soldado, não era uma peça em um jogo político. Ele era apenas um filho.

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