Poemas De Um Suicida

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WpMetadataNoticeDernière publication sam., avr. 26, 2025
Alma minha gentil, que te partiste Tão cedo desta vida, descontente, Repousa lá no Céu eternamente E viva eu cá na terra sempre triste. Se lá no assento etéreo, onde subiste, Memória desta vida se consente, Não te esqueças daquele amor ardente Que já nos meus olhos tão puro viste. E se vires que pode merecer-te Alguma cousa a dor que me ficou Da mágoa, sem remédio, de perder-te, Roga a Deus, que teus anos encurtou Que tão cedo de cá me leve a ver-te, Quão cedo de meus olhos te levou -Luís de Camões
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"Da semente de uma erva Que brota da terra A fumaça traz paz onde o homem quer guerra Desafios necessários para ser o que muitos não entendem Destinos imaginários de um rumo que nenhum louco compreende Basta ser ou não ser Basta digno ser Basta crer ou não crer Basta ver para crer Que da zona leste, do fundo de um quarto escuro surgia um plano de dominar o mundo De um moleque novo que não só por ser novo tá sempre disposto Conhecido por vulgo poeta dos loucos O amargo sufoco ao deguste do mel Pra quem conheceu o inferno e o céu Tem que ser louco tio Mais não pode ser bobo tio Tem que ter perna tio Mas não pode dar guéla viu." Rzk - Pacote de dólar

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