O amor tem muitas formas de se expressar, e ele é único. Não amamos da mesma forma, nem na mesma intensidade. Amar talvez seja a arte do desencontro. Suportar o desencontro de dois corpos que se atraem, eis o convite. É uma dança e cada um ouve sua própria música, mas quando dois corpos se encontram e podem dançar por um período: isso é amar.
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