Perverse Realities | (em andamento)

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WpMetadataNoticeLast published Thu, May 13, 2021
E se por, um acaso, uma falha entre os universos podesse formar uma grande e excêntrica história? Lis não tem o intuito de causar um grande evento entre realidades,mas talvez não seja isso que o seu destino tenha prescrito para ela. Nao saber ao certo de seus poderes, ter uma guerra eminente a deriva e, estar perdida, podem ser inúmeros motivos para tudo se conectar. ...ela é poderosa de mais para salvas apenas uma realidade. "... perceber que aos poucos tudo que havia encontrado, toda a família que conseguira construir, estava morrendo, seja fisicamente ou em minhas memórias, aquilo doía". Se tudo irá se conectar, ou se realmente tudo aquilo existe, só poderá ser descoberto ao você tentar admirar a literatura. Bem-vindo á Perverse Realities
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#4
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Depois de quase vinte anos longe, Agatha se vê novamente no caminho de casa que deixou para trás. Partiu como uma jovem cheia de sonhos e agora retorna à beira dos quarenta, carregando frustrações e angústias que jamais imaginou. A morte de Javier Vidal, que sempre foi um pai, a obriga a voltar para a cidadezinha em que crescera, mas o verdadeiro tormento não tem anda a ver com essa perda e sim com os fantasmas do passado, especialmente Rio. Agatha e Rio eram inseparáveis. Cresceram juntas, dividiram tudo e foram o primeiro amor uma da outra, como em um conto de fadas, aquelas histórias em que, ainda na infância, as almas gêmeas se entrelaçam. Mas enquanto Rio amava a vida na fazenda, os cavalos e o aconchego da cidade pequena, Agatha queria o mundo; sonhava com tribunais, livrarias imensas e cidades desconhecidas a serem exploradas. No fim, ela foi embora e Rio ficou. Agora, ao retornar à sua cidade natal, Agatha se vê forçada a encarar não apenas as consequências do que escolheu para si, mas principalmente, daquilo que abriu mão. Rio também mudou. O tempo e a dor a fizeram crescer, ela ficou, mas não é a mesma pessoa. Apesar de compartilharem a cicatriz de um amor que um dia acreditaram ser tudo, nenhuma das duas é mais a mesma pessoa. Elas não se conhecem mais. O que dói mais? O passado que deixamos para trás acreditando num futuro incerto cheio de sonhos e expectativas? O tão esperado presente que se revelou angustiante, sem ter nada do esperado? Ou o peso de olhar nos olhos de alguém e perceber que todo o seu futuro, toda a sua vida, poderia ter sido diferente? A pior parte é que a resposta para todos esses questionamentos se desdobra em outro: como fazer com que tudo seja diferente agora?

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