Com amor, Ana Amélie

Com amor, Ana Amélie

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WpMetadataNoticeLast published Mon, May 10, 2021
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Fiction
Romance
A vida por si só é pesada. São tantos devaneios, idas e vindas. Fica quase que insuportável carregar o peso sobre os ombros. Ana Amélie, ou Anie, como é gosta de ser chamada, chegou ao último estágio que uma pessoa pode chegar: O planejamento da sua própria partida. Porém, no desenrolar dessa história, aprendemos com ela e nos identificamos também, na sua luta constante por entender e aceitar suas fases e ciclos, passamos a compreender seus sentimentos e pensamentos, pelas cartas que ela insistentemente escrevia, para que ninguém nunca as lesse. Que esta história possa trazer esperança, acalento e que possamos encontrar em Anie uma amiga, pois em diversos momentos da vida, era apenas isso que ela precisava, um ombro amigo. Que você ria e chore junto com ela, na jornada da sua vida e que ao fim, seja possível você se olhar, com olhos introspectivos, para sua própria vida e tudo que você pode fazer para melhorar. No mais, torço para que você viva intensamente, essa aventura chamada vida e que ao final dela, você tenha a certeza, de que foi feliz.
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comediaromantica
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Muito se fala sobre o amor duradouro. É compreensível: no mundo das relações líquidas, em que a moda muda a cada estação e o capitalismo te convence que aquele celular que você dividiu em trinta e seis prestações já não é assim tão legal, as pessoas querem algo que permaneça. Que sobreviva. Que não desperte o desespero de viver em um mundo no qual a mudança já faz parte da lei de sobrevivência. Ou você está em um constante processo de adaptação, ou você é engolido pela seleção natural. Mas a vida é feita de ciclos: as estações do ano, as fases da lua, a replicação de células. Alguns ciclos duram mais que outros, no entanto. Entre o verão e o outono há três meses. Nosso satélite natural leva vinte e oito dias para ir de uma lua cheia à outra. As células do nosso corpo demoram entre 7 e 10 anos para se renovarem completamente. Você, por exemplo, pode ter passado dois anos e meio apaixonada pelo seu primeiro amor. Ou talvez esteja muito bem, obrigada, em uma relação saudável e com uma transa semanal há cinco anos. Mas e se tudo o que você tivesse fossem 12 horas? O que é preciso parar chamar um ciclo de uma história de amor? Será que são necessários os meses de conquista, dois ou três jantares à luz de velas, um almoço na casa dos pais, uma lista de compras conjunta e um plano Duo no Spotify? Ou será que tem algo a ver com forma como dois olhares se comunicam, dois sorrisos se cativam e duas mentes se conectam, mesmo que só por uma noite? Você se apaixonaria pelo som da risada de alguém se soubesse que nunca mais a ouviria de novo? Bem, eu não sou a melhor pessoa do mundo para responder esse tipo de pergunta. Mas conheço duas que podem ajudar a resolver esse mistério.

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