Marcas Vermelhas

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WpMetadataNoticeLast published Tue, Mar 11, 2025
Um ômega chamado Ming Yue com um talento incrível para artes marciais, que agora se encontra enfrentando grandes dificuldades quando vê sua seita o caçando e colocando um preço em sua cabeça, não bastando isso de problema, ele acaba se obrigando a ajudar dois cultivadores que só lembravam de seus nomes e que acabaram sendo empurrados para toda essa confusão com ele. Porque a seita está perseguido nosso protagonista? E esses dois cultivadores são realmente tão simples quanto aparentam? Estou reescrevendo e corrigindo alguns erros, dês de já obrigado pela paciência 🙏 (obs: Não planejo muitos capítulos pra essa história provavelmente no mínimo uns 10 até 20 no máximo , mas não mais que isso)
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Minho era um alfa lúpus marcado por sombras internas, carregando cicatrizes invisíveis de uma mente perturbada. Seu cheiro único de cafeína forte e intensa parecia traduzir sua alma: viciante, mas perigosa. Um dia, navegando em um aplicativo de namoro, ele se depara com Jisung, um pequeno ômega lúpus, com um aroma doce e acolhedor de brigadeiro que fazia qualquer coração bater mais rápido. Jisung era tão frágil quanto cativante, preso em uma vida complicada por uma mãe autoritária que insistia em moldá-lo segundo suas regras. Minho, percebendo a vulnerabilidade do ômega, sentiu algo que nunca havia sentido antes: um desejo avassalador de possuí-lo, protegê-lo e controlá-lo. Entre conversas cada vez mais íntimas, Minho foi tecendo suas palavras com precisão calculada, manipulando Jisung para que dependesse emocionalmente dele. Para Minho, Jisung era mais do que um companheiro: ele era um pedaço de luz em sua escuridão, um tesouro que precisava ser guardado a qualquer custo. Mas o mundo não era gentil com um amor tão obsessivo. Pessoas que tentavam interferir no relacionamento deles - amigos preocupados, familiares opressivos - tornaram-se obstáculos a serem eliminados. Minho não hesitaria. Um a um, ele lidaria com quem ousasse separá-los, com uma determinação fria e implacável. Para Jisung, Minho era tanto sua prisão quanto sua salvação. E, juntos, eles construíram um mundo onde apenas eles existiam - um amor que queimava brilhante e destrutivo, destinado a durar para sempre, mesmo que deixasse ruínas pelo caminho.

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