Sick love (Tate e Violet)

Sick love (Tate e Violet)

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Apr 20, 2025
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Fiction
Romance
E se um dia tudo mudasse? Não por um erro seu e ss por um erro de uma pessoa que deveria ser responsável e cuidar de você mas ao invés disso, essa pessoa se importou somente com seus desejos e vontades e ferrou com toda a sua vida. A vida de Violet era assim, seus pais nunca se importaram muito com suas vontades ou sentimentos, nunca se importaram antes e depois que o seu irmão Jack nasceu se importavam menos ainda, não que fossem os melhores pais do mundo pra ele, eles não eram bons pais e isso é um fato. E por causa de um erro que não era dela, ela seu pai, sua mãe e seu irmão Jack de apenas 5 anos estavam indo agora para um lugar completamente estranho, pra "recomeçar" ela não queria recomeçar, só queria sua antiga casa e seu antigo quarto, pra escutar música alta nos seus fones de ouvido e ignorar tudo e todos. Será que algo de bom poderia sair dessa mudança? Fanfic também postada no Spirit✨
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Depois de quase vinte anos longe, Agatha se vê novamente no caminho de casa que deixou para trás. Partiu como uma jovem cheia de sonhos e agora retorna à beira dos quarenta, carregando frustrações e angústias que jamais imaginou. A morte de Javier Vidal, que sempre foi um pai, a obriga a voltar para a cidadezinha em que crescera, mas o verdadeiro tormento não tem anda a ver com essa perda e sim com os fantasmas do passado, especialmente Rio. Agatha e Rio eram inseparáveis. Cresceram juntas, dividiram tudo e foram o primeiro amor uma da outra, como em um conto de fadas, aquelas histórias em que, ainda na infância, as almas gêmeas se entrelaçam. Mas enquanto Rio amava a vida na fazenda, os cavalos e o aconchego da cidade pequena, Agatha queria o mundo; sonhava com tribunais, livrarias imensas e cidades desconhecidas a serem exploradas. No fim, ela foi embora e Rio ficou. Agora, ao retornar à sua cidade natal, Agatha se vê forçada a encarar não apenas as consequências do que escolheu para si, mas principalmente, daquilo que abriu mão. Rio também mudou. O tempo e a dor a fizeram crescer, ela ficou, mas não é a mesma pessoa. Apesar de compartilharem a cicatriz de um amor que um dia acreditaram ser tudo, nenhuma das duas é mais a mesma pessoa. Elas não se conhecem mais. O que dói mais? O passado que deixamos para trás acreditando num futuro incerto cheio de sonhos e expectativas? O tão esperado presente que se revelou angustiante, sem ter nada do esperado? Ou o peso de olhar nos olhos de alguém e perceber que todo o seu futuro, toda a sua vida, poderia ter sido diferente? A pior parte é que a resposta para todos esses questionamentos se desdobra em outro: como fazer com que tudo seja diferente agora?

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