Somos Tulipas

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WpMetadataReadComplete Tue, Jun 29, 2021
Em um lindo dia primaveril, o singular perfume de tulipas vermelhas se mesclou ao característico cheiro de envelopes de papel e salvou duas pessoas quebradas. Patrick é um serzinho incrivelmente tagarela que não consegue reconhecer o quanto é surpreendentemente singular no relacionamento que vive. Mas então o senhor perfeitinho aparece chamando-o de pateta e ele acha aquilo a coisa mais preciosa do mundo. Pattylie é a descrição para a intersecção de dois mundos completamente diferentes que se unem em nome de algo bem maior: o amor. William achava que todas as cores do pôr do sol se encontravam harmonicamente e formavam algo espetacular e único em Patrick. Ele não conseguia parar de admirá-lo. Pela sorte do pequeno, nosso Patty adorava doces, em especial um certo cupcakie. "- Sou William, odeio todos nessa escola, como não cuidam de seus corpos, como preferem bebidas e drogas em uma sexta à noite ao invés de lerem um bom livro, como aparecem do nada e... - Você é meu cupcakie, sabia, Willie? - Sou todo o doce que você precisa, Patty. Agora venha aqui e prove esse bolinho de cenora que fiz para a gente comer assistindo As Patricinhas de Beverly Hillls."
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#57
william
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Ela se encontrava sozinha em uma nova cidade como National City, e era difícil.** Lena sabia muito bem como seus hábitos diários, especialmente em relação à alimentação, eram ruins: muito café e, às vezes, whisky com um pouco de solidão. Ela não comia muito bem - barras de cereal ajudavam a sentir menos fome. Foi então que, certo dia, ela foi a uma cafeteria perto da CatCo, onde os jornalistas costumavam ir antes de entrarem no caos diário. Era horário de pico da manhã quando Lena chegou e esperava ser atendida. Na sua frente, havia uma loira muito fofa e desajeitada, que aparentemente falava com sua irmã, Alex, no telefone enquanto equilibrava uma pilha de papéis. Então, a loira disse: - Um café com chantilly, por favor. A voz dela era encantadora, muito doce. A loira então saiu e sentou-se na mesa preferida de Lena. Já era um hábito dela sentar ali - se sentia desconfortável se não seguisse sua rotina, como se o dia não estivesse completo. Sem hesitar, Lena aproximou-se: - Você poderia sentar em outro lugar? Esse é o meu lugar. Gosto dele porque fica perto da janela, mas não tão perto ao ponto de ficar frio. Tem boa vista e é perto da saída. A loira de óculos apertou os olhos. - Hoje está bem cheio, mas acho que essa cadeira não tem o seu nome.* Lena ficou desconfortável, segurando o café enquanto a encarava. A loira pareceu perceber seu nervosismo e, depois de um momento, suspirou. - Tudo bem, pode ficar com o lugar. Mas vamos ter que dividir a mesa. - Por mim, ok. Aquela loira era estranha, mas tinha um sorriso bem lindo. [Finalizanda]

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