Ele é Victor Ferrari. 29 anos. Dono da Construtora Ferrari de Salvador. Todo tatuado, 1,90 de altura, voz baixa que não pede - manda. Acostumado a ter tudo que quer. Mulheres, obras, contratos. Nenhuma diz não.
Até ela.
Ela é Maria Júlia, a Maju. 24 anos. Soteropolitana morando no Rio. Linda, deboche na ponta da língua, feminista que não abaixa a cabeça pra homem nenhum. Foi pra praia sozinha só pra se curtir. Não pra ser abordada.
Mas o bilhete na água de coco muda tudo.
_"Permita-me te apreciar mais de perto."_
Um olhar. Um sorriso de canto. Um sussurro no ouvido: "Me procurando, linda?"
O tatuado mais gostoso que ela já viu senta do lado dela e já fala o que quer: ela embaixo dele, gemendo o nome dele.
Ela devia ter dado um tapa. Ela deu um beijo no canto da boca e foi embora, deixando ele duro e louco no quiosque.
Victor não é homem de ficar sem resposta. Ele é o DONO. E agora ele quer ela.
Maju acha que pode brincar com fogo e não se queimar. Ela provoca, some, aparece.
Ele jura que é só uma ficada. Ela jura que é só pra matar a saudade do sexo
Só que ficante não olha com ciúme. Não manda mensagem, Não marca o pescoço dela pra todo mundo ver de quem ela é.
Agora, com Caio Mendes de volta pra destruir a Ferrari e usando Maju como ponto fraco, Victor vai ter que provar que ele não só constrói prédios.
Ele destrói quem encosta no que é dele.
*Ele constrói prédios. Ela vai desconstruir o homem mais frio e possessivo do Rio - gemendo o nome dele, como ele prometeu.*
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