MeTRÔ - Lorens & Humanos

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WpMetadataNoticeLast published Thu, Nov 22, 2018
Algo que me chocou profundamente durante meu curto aprendizado ao lado de Loan, foi a cena repleta de sangue e ódio em que um homem mata a sua mulher após ter acabado de dar a luz. O recém-nascido foi vitimado na sequência pela fúria incontrolável do pai. Na ocasião, eu sequer sabia da profusão de sentimentos que envolvem o nascimento de uma criança em uma situação normal. Tão inimaginável quanto, precisa ser o poder de uma força destrutiva contrária, capaz de inverter toda a lógica daquela situação. E mesmo assim, ausente de qualquer sentimento - algo peculiar à nossa raça - jamais esquecerei aqueles momento tão estranhamente desconfortáveis. Amor, ódio, alegria ou tristeza. Palavras tão estranhas quanto a sua reação nos humanos, quando analisadas sob a perspectiva de um loren. No seu mundo - se vocês pudessem nos ver - nós seriamos a personificação da energia em tons de azul. Em nosso mundo, vocês chamariam a atenção devido as estranhas reações quando submetidos aos vários tons de energia, em especial a de coloração vermelha. Energia a qual julgávamos ser imunes, até pouco tempo atrás...
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Limiar

"Sob a luz clara do anoitecer, quando o sol voltar a morrer e noite assim renascer, os limites do coração e da alma serão definidos pelo poder." No crepúsculo obscuro do outono, o céu fora tingido com as cores das velhas heranças e das lendas passadas, tecido pelas mãos do destino e enfeitado por um empobrecido vislumbre de esperança. Eras escritas por aqueles um dia coroados pelo poder, outrora ditadas pela glória e por um desejo a se conceder, desfazendo-se no sangue das almas perdidas e no suspiro mortal de memórias jamais esquecidas. De acordo lendas e até mesmo feridas, jaz a ordem renascida em meio ao alvorecer amaldiçoado, marcada pela queda divina e o espírito atormentado nas sombras da magia e no orgulho envenenado. Não se pode escapar do passado sabendo que um dia ele já foi o presente, tendo deixado cicatrizes que o sol nunca irá curar, e os rastros da essência daquilo que poderíamos nos tornar. Luz e escuridão; Quando essas são as únicas forças a emergir da própria alma, seria presunção acreditar em esperança? Ou talvez esse fosse o refúgio do desespero?

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