The Project || Bucky Barnes (a editar)

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    Capítulos 51
WpMetadataReadMaduroConcluída sex, jan 7, 2022
- Vai se arrepender se encostar um dedo no meu irmão - falo com os dentes cerrados e John se aproxima também. - Ah sim, você é muito perigosa com esses braços fortes. - Os dois cutucam meus braços e tremo de ódio, sabendo que não posso fazer nada se quiser manter os dentes no lugar. - Laila, vamos embora - ouço a voz do meu irmão, mas os dois estão bloqueando sua passagem até mim, então continuo a conversa. - Eu tenho um amigo e ele é maior que vocês. Vive se metendo em brigas e vai derrubar os dois se fizerem alguma coisa. - A mentira sai fácil da minha boca e noto o olhar que trocam, o que me deixa satisfeita. - E onde está esse seu amigo? Achei que não tivesse nenhum - me preparo para responder, mas a voz de outro menino interrompe. - Eu sou esse amigo. - Os dois viram os rostos na direção da voz e eu sinto a respiração ficar presa quando me viro também e encontro o menino mais lindo que já vi em toda a minha vida.
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Eu só queria um emprego. Um salário no fim do mês, uns trocados pra ajudar em casa e manter as contas no azul. Mas aí eu fui demitido. Por causa de um cara mimado de terno caro, que apareceu na loja fingindo ser só mais um cliente qualquer! E que, adivinha? Era o maldito dono da porra toda. Achei que era o fim. Mas então a irmã dele apareceu com uma proposta estranha: trabalhar de assistente pessoal desse mesmo cara. Não fazia o menor sentido... até eu perceber que ela estava chantageando o próprio irmão com um segredo que ninguém podia saber. E eu? Entrei de gaiato. No começo, tudo parecia um jogo de poder. Ele mandava, eu respondia com sarcasmo. Ele provocava, eu revidava. Mas quanto mais o tempo passava, mais as provocações davam lugar a algo que nem eu, nem ele, estávamos preparados pra sentir. O problema é que, mesmo quando o sentimento aparece, ele vem cercado de segredos, manipulações e escolhas difíceis. E se tem uma coisa que eu aprendi nessa história, é que amar alguém como o Nathan não vem com garantias. Vem com caos, silêncio e um medo danado de se entregar. É sempre um amor sob protesto.

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