Mãe em poesias

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WpMetadataReadComplete Tue, Mar 1, 2022
Este singelo trabalho é um recado de meu coração para o seu, mamãe. É fruto de minha transformação própria, no campo materno. É um transbordar de amor, que conheci no ato de ser mãe, no amplo contexto e no não abrir mão do maternar, dia após dia, sendo esse maternar, para mim, sinônimo de olhar nos olhos da criança, bem como nos de si própria. São prosas poétias. Uma modo de expressão que a vida me ofertou, para que eu pudesse fazer nascer e organizar reflexões a respeito de nossa realidade materna, confrontando a demanda que nos faz parar e nossos ritmos internos frenéticos. E a verdade, é que pouca coisa nessa vida tem o poder de nos parar para contemplarmos um pôr do sol, por exemplo, de nos tirar da distração do ' tentar dar conta de tudo', e: "Mamãe, olhe pra mim!". Fala de meu filho, citada em uma poesia deste trabalho. Em "Está aqui, bem aqui", retirado de uma outra poesia, comprovei: meu filho foi o maior professor de presença que já pude ter! Para mim e para quem se pôs a percebê-lo e a não ignorá-lo, pelo simples fato de ser uma criança, para quem se deixou levar mais pelo coração, um espaço, muitas vezes, estranho, e notou sua presença, sua fala, suas necessidades, onde se tornava mais servidor do que, propriamente, receptor! E tenho um segredo para lhe contar, mamãe: toda criança tem esse poder! Sim, você precisa treinar seus olhos e seu sentir para perceber isso! E mais outra curiosidade, que pode parecer estranha, mas, tornou-se verdade para mim: dentro do serviço de amor que você derrama em sua criança, incluindo sacrifícios possíveis, boa vontade, respeito e empatia, você encontra alento e saídas para o próprio caminho! As palavras deste livro são para mim também, ao mesmo tempo que são a maneira como enxergo e busco viver a maternidade, bem como, são um abraço apertado em cada mãe que transitar por ele. Que ele possa lançar mais clareza sobre o seu próprio caminho e desafios como mãe.
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Prólogo - Ecos entre Almas Nascido de um luto Há histórias que nascem antes de começarem. A nossa foi assim - um sussurro entre olhares, um laço que se entrelaçou devagar, desde o primeiro dia em que os teus olhos encontraram os meus naquela sala de aula. Crescemos lado a lado, como se o universo soubesse o que nós ainda não sabíamos: que éramos um do outro, mesmo sem o dizermos. Fomos tudo e fomos nada. Fomos risos, cumplicidade, toques que não ousavam prolongar-se, até aquele último instante, o único em que nos pertencemos de verdade. Quando já não havia tempo, mas ainda havia alma. E nessa entrega, nasceu um amor maior que nós - nasceu vida. A tua, a minha, fundidas numa nova. Tu partiste. Eu fiquei. E vivi com esse silêncio dentro de mim. Com as palavras que não disseste, com o abraço que não se repetiu, com os "para sempre" que ficaram por prometer. Mas o teu rasto nunca se apagou. Nem em mim, nem no filho que deixaste - a tua parte viva neste mundo. Foi ele quem me levou até aqui. Ao projeto Ecos. A única forma de te reencontrar, mesmo que fosse só por instantes. E agora... Agora estou de novo a caminho de ti, amore mio. Porque o amor verdadeiro não morre. Ecoa.

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