Diário de uma PSICOPATA.

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WpMetadataNoticeLast published Thu, Jul 14, 2016
Sabe aquela sensação que se tem quando a liberdade está longe de mais para ser alcançada? Essa é a sensação que sempre tive, durante todo meu caminho. Talvez meu caminho fosse esse, viver por viver. Não sou a única culpada de todos os erros que cometi. Eles sabiam com quem estavam se metendo. Talvez se minha mente me deixasse ao menos pensar direito, minhas idéias fluiriam com mais freqüência, e eu não pararia com o desejo que parei, desejo de vingança. Quero apenas deixar claro, que essa foi a única forma que encontrei de expressar o ódio que tive sobre essa vida dolorosa, em que agi sem pudor, e com total desmazelo sobre todos que ousaram cruzar meus caminhos e debater minhas idéias. Talvez eu seja considerada louca, doente mental, ou apenas cruel, mais a minha realidade se consiste em outras coisas, e você está prestes a descobrir, que talvez, o caminho por onde trilhei fosse o único VERDADEIRO a minha frente, ou talvez não fosse.
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Acreditaria se lhe disessem que você pode não ser o protagonista da sua própria história? Ou que sua história pode possuir inúmeros outros pontos de vista, e que eles podem te tornar alguém completamente diferente do que acredita ser? Talvez tais possibilidades muitas vezes nos fogem da compreensão, unicamente por acharmos que por se tratar de nossas histórias, jamais seremos coadjuvantes ou até mesmo meros espectadores. Mas se deixarmos nosso narcisismo de lado, e começarmos a observar o impacto que cada decisão nossa causa na vida daqueles a nossa volta, podemos perceber que nunca seremos os protagonistas de história alguma. Pois sempre seremos apenas participantes de um plano por vezes gigantesco, do que costumamos chamar de destino. Parece confuso não é? Mas viver em si, já é algo confuso. Então apenas acredite que se deixarmos nossas ideias de protagonismo de lado, e apenas vivermos como acharmos ser mais cômodo ou certo para nós mesmos, a vida pode ser uma bela peça onde cada um obtém seu merecido final. Seja ele feliz, ou não tão feliz. Aqui serão contados os três atos de uma peça onde uma jovem, até então tida como protagonista de sua vida, contará como tudo a sua volta mudou após a perda daquele que amava. Serão atos onde as escolhas que talvez não se repitissem hoje, mostrarão o caminho de alguém que teve de lutar contra o próprio desejo de desistência, para ser capaz de encontrar o que seria o verdadeiro sentido de sua existência. Começa aqui a trajetória de uma jovem, em busca da sua verdadeira felicidade. Uma busca pela luz da esperança de um dia ser capaz de amar de novo, de um dia poder confiar que sua vida pode ser exatamente como ela idealizou. {Primeiro e segundo atos da série The Light }

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