Elegia ao desejo reprimido e à liberdade roubada, ambientada num reino onde o dever pesa mais que o coração. Naquele castelo que parecia ter só sofrimento, tinha uma alma doce que só queria algo verdadeiro, pois tudo parecia uma mera mentira. Enquanto espadas colidem e alianças políticas sufocam a alma, elas questionam o próprio tecido do poder e da obediência: qual o valor de um reino se o preço é a própria verdade interior? Muitos dizem que é pura bobeira, mas na verdade é a coragem de ser autêntico em um mundo moldado por máscaras. Em cada página, ecoa a pergunta que dilacera reis e soldados, rainhas e cavaleiras: o que é mais nobre - viver em mentira por dever ou morrer por um amor verdadeiro?
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