Não sou este tipo de garota.

Não sou este tipo de garota.

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Dec 9, 2015
ESTOU REPOSTANDO ESTE LIVRO! ;Na minha visão de veterana, a orientação aos calouros é uma perda de tempo colossal. Se fosse por mim, as coisas seriam bem diferentes. Somente três coisas seriam transmitidas aos garotos para que vivessem uma experiência de sucesso no ensino médio: fazer a lição de casa, usar camisinha e passar desodorante nos sapatos de couro. Por outro lado, ao aconselhar as meninas, diria que confiar em garotos é igual a beber e dirigir. O fato de se tomar uma ou duas cervejas nunca parece perigoso no começo. Mas para mim, era óbvio: por que alguém iria correr o risco? (...) Era o tipo de informação que poderia salvar a vida de uma garota (...) Momentos constrangedores tinham uma vida útil surpreendente na escola (...)”; A vida é feita de escolhas, e Natalie Sterling se orgulha de suas decisões. Mas será que agora conseguirá escolher o caminho certo? Ainda continuará sendo o mesmo tipo de garota até a formatura? “;Siobhan Vivian desafia as suposições sobre o sexo na escola e envia uma mensagem positiva sobre aceitação, perdão e amor.”; Este era seu último ano do colégio. Entrar na universidade, ser presidente do conselho estudantil e passar todos os dias com sua melhor amiga era tudo o que Natalie havia planejado. Ela sempre foi estudiosa, a melhor da classe. Não era o tipo de garota comum na Academia Ross, pois se reocupava muito com sua reputação. Talvez até demais. Então, para sua surpresa, no início das aulas, uma caloura a reconhece por tê-la tido como babá anos atrás. Desse reencontro surgirão muitos acontecimentos em que Natalie será obrigada a fazer difíceis escolhas para os dilemas de sua vida no ensino médio, como qualquer adolescente. Seu último ano será repleto de decisões, indecisões, julgamentos e paixões, tornando-se inesquecível. Seus planos sofrem uma reviravolta e sua vida fica de pernas para o ar, tudo o que ela não desejava inicialmente.
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ISSO FOI HA UM MÊS - Eu so queria algo para acreditar, algo que fosse confiável. Que fosse meu. Estavam todos tão errados sobre mim. E em uma dessas viagens a procura do que era certo para mim, conheci uma pessoa Ellie Doe. Ela foi tão imprevisível quanto tempestade em pleno verão, tão inocente quanto criança esperando presente de nata aquele sorriso criou uma sensação tão desconcertante dentro de mim que tive medo de acreditar. Ela chegou toda tímida, sem interesses e eu estava como um fracassado esperando que ela me dissesse algo que me fizesse sorrir, não precisou de muito ela apenas me olhou meio desajeitada. Sim, era pouco tempo demais, estava completamente perdido, de novo. Aquele jeito frio me abandonou, e por incrível que pareça eu sentia falta dele. Porque eu sabia que me apaixonar por uma garota que conheci durante o Fim de semana, iria doer demais. Talvez eu estava tão desesperado que me deixei levar pelo primeiro sentimento frustrante que me surgiu. Ellie Doe Serio cara? Sem chances nem tente! E ISSO SOU EU AGORA DEPOIS DO ACAMPAMENTO DE VERÃO. - Me reconheça por favor- sussurrei.- me encontre, eu não estou tão perdido quanto parece - Murphy! Aparece por favor- implorou Ellie. - Aqui...- tentei um pouco mais alto. - Aparece Murphy...- saiu meio falhada pela primeira vez.- eu te amo Murphy... Ouvir aquilo me fez sorrir, eu estava sozinho mas via todo mundo, eu estava sangrando, conseguia sentir meus pulmões ficarem entupidos, estavam se fechando. Minha respiração falhava e uma constante vontade de chorar irradiava meu peito. Ela estava tão perto mas não podia me ouvir. Meus olhos começaram a se fechar, minhas mãos procuravam apoio. - Também te amo Ellie.- e fechei os olhos. Foi quando senti uma mão quentinha encostar no meu peito acompanhada de uma voz feminina doce, era Ellie. - Murphy!- seus braços me envolveram em um grande e confortável abraço. Naquele exato momento eu lutei para me manter vivo. Por ela.

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