Sarcástico, sem perder a compostura. Leve, envolvente e comovente. Rebelde, mas sem perverter a lisura. Desapegado de formas, despreocupado. ''Sinapse Social'' traz ao leitor a nobre possibilidade de pensar fora da caixa, com inúmeras temáticas atuais e arcaicas, polêmicas, críticas sociais de utilidade pública e prática, e claro, sem jamais menosprezar os assuntos do coração. Reflexões não vão faltar a cada página, tampouco algumas boas risadas, por que não?
Realidade e ficção se encontram em uma linha tênue e sutil na arte dos trocadilhos sempre nos trilhos, funcionando a plenos vapores, usando e abusando das palavras e de suas nuances, sem desperdícios frente ao menor sinal de possibilidades - e de encrencas. Onde há fumaça, há fogo. Ácido, na medida do estritamente necessário. Cômico, e algumas vezes até meio louco - é quase um manicômico!
Cristão, mas não religioso. Praticamente pragmático, quase sempre direto ao ponto. Seja crônica, poema ou conto... Opiniões são sempre pontos de vista, tão somente vistos de outros pontos. Concorde, discorde, ame, odeie, elogie, critique. Fique à vontade, sinta-se livre para ir e vir nestas humildes páginas. Não é necessário um conceito predefinido - nem útil, aliás. Apenas leia e decida por si só. Afinal, não há nada mais fantástico do que o ser e o coexistir em meio às diferenças, sendo constantemente guiado pelo poderoso processo empírico.
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Killian sempre fora fechado, bruto, frio. Era assim que as coisas funcionavam para ele e funcionavam muito bem desta forma.
Dormir, comer, trabalhar, transar e se despedir. Uma rotina simples e livre de riscos, até uma noite - uma única noite - ter colocado tudo em jogo.
O que era para ter sido apenas um maravilhoso sexo para apagar os problemas de sua mente se tornou sua verdadeira dor de cabeça quando poucos meses depois Skye Miller entrou em seu bar. Como se nada tivesse acontecido.
Mais nova do que ele, com um temperamento dos infernos e uma boca insolente - a qual ele se via incapaz de resistir - Killian até cogita a ideia de lutar contra seus próprios desejos pela mulher que tinha perfurado as rachaduras.
E talvez até tivesse conseguido, se ela não se tornasse sua vizinha.
A faísca é inegável e ele está prestes a transforma-la em um incêndio, contudo, Skye não tem a menor vontade de ceder aos caprichos de um homem que seu único relacionamento é o seu próprio bar - mesmo que os ecos daquela noite ainda estejam reverberando nela.