O Amor aos vinte e poucos

O Amor aos vinte e poucos

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WpMetadataNoticeLast published Tue, Oct 19, 2021
O amor é uma palavra que instiga o âmago do final de semana, e Celeste espera conceituar na sua forma mais verdadeira e bela possível. Celeste Long é uma jovem adulta de vinte e quatro anos, que como um camaleão usa suas células cromatóforas para se camuflar das diversidades encontradas no mundo. Ainda com a amargura e os contratempos da vida adulta, Celeste manipula a sua vida dupla, seu estilo duplo, sua forma de encarar o mundo duplicado. Toda semana, ela se veste de uma personalidade diferente para encarar o seu pior pesadelo no mundo externo. No fundo, ela sabe que não pode dividir o seu mundo imaginário do real, seu trabalho dos sonhos e o conveniente, seu estilo único e o propício, entretanto, as quartas e depois nas quintas algo surgiu na sua vida azarada e sem sal. Tudo correria oportuno até que Chase Weston invadisse o seu casulo e como um vagalume que surge nas horas mais sombrias para dar uma reviravolta a todo medo acomodado, faz com que Celeste se incomode e, com isso, perca toda dependência e aconchego da sua cama. Do outro lado, Chase, como um urso polar que mesmo com sua aparência agradável, é um caçador de perguntas que com sua dupla camada grossa se preserva de toda forma de amor e afeto do mundo externo. No entanto, em uma quinta encontra um outro lado, uma particularidade única que mesmo com seus 27 anos perca toda forma de julgar o amor mais puro e verdadeiro. O que uma azarada com sérios problemas de duplicidade pode ter de tão único para que uma pedra de gelo chegue até esse ponto? O Amor aos vinte e poucos é apenas uma história contada aos adolescentes ou a forma mais singela realmente existe? Uma história um tanto caótica e poética é o que o mundo imaginário ou real de Celeste pode encontrar. O insight do mundo resgata o feedback vazio do amor. O Amor não é um pouso de verão, entretanto, você é a forma mais real que encontrei na bagunça do meu mundo utópico. [ESTA NÃO É UMA HISTÓRIA DE ROM
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Daxton Wenthworth é um problema. Aos 21 anos, ele conquistou um currículo de causar inveja em qualquer aspirante à bad boy: uma reprovação, muitas tatuagens, um humor ácido e insensível, o questionável hábito de fumar e uma leve tendência ao alcoolismo. O exemplo exato do que não ser. Adelaide Prescott é uma menina de ouro. De personalidade tranquila e um estilo doce, a garota é um amor. Estudiosa, dedicada e atenciosa, ela divide seus dias entre terminar o último ano do colégio e ser voluntária no orfanato da cidade, vendo, nas crianças, sua chance de fazer do mundo um lugar melhor. Quando Daxton se vê obrigado a passar um tempo sob o teto dos Prescott, ele é, de antemão, alertado por sua mãe de que Adelaide está totalmente fora do seu alcance. Ela é o fruto proibido. Se envolver com ela seria um item a mais na lista de desgostos que o bad boy causou à mãe ao longo dos anos, e, de todos os seus desejos atuais, aumentá-la não é um deles. Cumprir a ordem não seria algo impossível, pelo menos ele pensou que não. Com tantas garotas no mundo, Adelaide poderia muito bem passar despercebida, ainda mais com o seu jeitinho de menina inocente. Para Daxton, seria fácil ignorá-la. Porém, conforme os dias avançam e a convivência obrigatória aproxima dois seres tão opostos entre si, ele começa a sentir os sutis efeitos que advêm de uma proibição: a curiosidade do desconhecido. Entre farpas, órfãos carinhosos, um ex-namorado insistente e a culpa pesando como chumbo em sua consciência, Daxton vê sua sanidade escoar pelo ralo quando percebe que, na verdade, Adelaide Prescott é um sublime convite à transgressão. Travando uma luta interna entre manter-se longe do seu pesadelo ruivo ou se deixar levar pela sua doçura magnética, ele começa a questionar sua capacidade de obedecer à sua mãe e não se apaixonar pela intrigante garota que conseguiu o que muitas não conseguiram: mexer com seu coração frio e inacessível.

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