Orgulho de um ex-combatente

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WpMetadataReadConcluida vie, sep 10, 2021
O vento pairava sobre a copa das árvores naquela tarde, não diria que o céu estava bonito, muito provavelmente choveria no mais tardar, mas não foi o suficiente para impedir que todos alí daquele bairro familiar parassem de cumprir com suas obrigações rotineiras. Podia-se ouvir os gritos das crianças brincando naquela tarde, baleô e amarelinha estavam entre as brincadeiras mais famosas e disputadas naquela época. O céu estava colorido por várias arraias. Tudo completamente normal para um sábado à tarde. Naquela rua tinham poucas casinhas, das mais variadas cores, mas uma em especial que eu quero vos contar, ficava muito bem localizada e aqueles que ali moravam eram de um valor ímpar. Este livro esteve em 10º lugar no ranking de histórias reais, em menos de 2 dias. Atingiu o 6º lugar no ranking de histórias reais, em 4 dias.
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Aventure-se nas memórias de Ariely num enredo cronológico que certamente irá balançar suas emoções ao lidar com os diversos relacionamentos que a vida nos traz. A história da personagem Ariely que acaba refém do próprio medo ao viver um deslaço familiar desde cedo e aderindo o mundo exterior sem um guia para formar sua conduta. Tema: Romance, drama, linguagem inapropriada, ação, auto-ajuda. ***************************** Sinopse. Fico na janela embrenhada horas esperando ele aparecer. Quase não escuto nada escoar pelo lado afora. Aquele céu álgido nublado no fim de tarde de outono me alimentava toda a sensatez no vazio. Isso me consumia. As pessoas caminhavam em passos morosos em minha frente sobre aquelas jazidas de folhas velhas e úmidas que coloravam o asfalto daqueles dias de horas prolongadas. Fazia um desenho ou outro com o cimo dos meus dedos pequenos naquele vidro embaçado enquanto a vida exaurida corria distante lá fora, e o fundo escuro da sala incolor e insossa assombrava-me por detrás. O bafio do bolo sobre a mesa exalava no ar já faz três dias. Os presentes ainda estavam engomados em suas caixas no canto da sala. A casa sempre em silêncio. Refletia toda vez em meus profundos pensamentos, "quando ele iria chegar !?" Eu só tinha apenas 11 anos de idade...

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